Coluna da Digi # 70 – Dois anos de Coluna

No dia 20 de agosto de 2009 completei 2 anos de coluna na Diginet. Para registrar a data, relembrei alguns dos textos que havia publicado até então, destacando para a variedade de temas e de tons adotados durante esse tempo todo. Hoje, mais de um ano depois e já havendo emplacado mais alguns “hits” entre as crônicas publicadas, ainda vale relembrar junto comigo os textos publicados.

Abraços.

***

Dois anos de Coluna

Hoje, 20 de agosto, esta coluna faz aniversário. Faz dois anos que comecei a publicar minhas crônicas, contos curtos e pequenos textos aqui na Diginet. Tudo começou com um e-mail que passei para os amigos. Tratava-se de um texto satírico e bem-humorado chamado “Fabão e Maryeva” que Atalija Lima repassou para Humberto e Luís que trabalhavam na Digi (Humberto trabalha até hoje) e que os agradou bastante pela irreverência. Daí nos encontramos um dia na Festa de Santanna em Caicó e surgiu o convite para ser colunista da Diginet.

Resolvi então postar este texto fora de época, em plena quinta-feira, para comemorar. Os leitores mais atentos talvez já tenham notado que gosto de publicar nas segundas. Nada de elaborado, apenas fazer uma breve retrospectiva das cousas que dividi aqui com vocês nessas muitas semanas em que estivemos juntos.

Na maioria das vezes, por tentar atender a uma certa preferência dos leitores, por seguir um estilo leve e bem pessoal de escrita e também por Natal ser um paraíso para cronistas com o mínimo de verve cômica e um certo olhar dado a ironias, os temas adotados foram a sátira, o humor fácil, o chiste, enfim, uma tentativa de fazer os internautas rirem, sorrirem, ou até mesmo indignarem com o absurdo de certas situações inverossímeis, mas verdadeiras. Assim foi em crônicas como “Turismo Sexual – uma nova proposta”, “O Homem que não falava Carnatalês” e “Como vencer na crise”.

Outras vezes procurei mudar o tom e, trocando a leveza do humor por uma linguagem mais ácida, corrosiva e até um tanto raivosa. Dessa forma, surgiram as 5 crônicas sobre a Copa de 2014, “Os 4 elementos” (sobre a Operação Impacto) e “Vamos acabar com essa cidade” a respeito do descaso dos natalenses com o meio-ambiente. Nesta última citada eu sugeria, entre outras propostas absurdas, que acabassem com o Parque das Dunas para construir um grande estacionamento e o alargamento da Estrada de Ponta Negra. Pois não é que o editor do Jornal de Hoje, o professor de ética Marco Aurélio de Sá, me veio com uma ideia parecida meses depois?

Em algumas oportunidades falei sério de forma mais comedida para tratar de assuntos que me chamavam a atenção como na recente “Mundo Estranho”, “A Maldição do sol”, “Sádicos e vouyers” e “O EU opressor”. Também procurei falar de livros, filmes, quadrinhos e cultura em geral como nas crônicas “Campos de Carvalho”, “Zumbis”, “A história que mudou a história”, “Querido Bunker”, “Os irmãos”, entre várias outras. E louvei iniciativas admiráveis de amigos talentosos e empreendedores com a série “Realizadores” que mantenho em aberto.

O humor também esteve presente em algumas histórias fictícias como “Saúde é o que interessa!”, “Quem você quer ser?”, “Pelo amor dos meus filhinhos”, “A Fábula das duas Cantoras” e “Mano Celo Prefeito”.Mas nada me proporcionou maior prazer do que as que retratei personagens caricatos e cotidianos que tanto chamaram a atenção e causaram identificação nos leitores. “A Patricinha Cultural”, “O deputado que diz a verdade”, “O maconheiro militante”, “O Raqueiro”, “O Roqueiro”, “O chato” e ainda outros.

Por fim, destaco também os textos mais intimistas como “Eu vi o amor”, “A decadência é azul”, “O ano vai ser bom”, “Texto Lento”, “Texto silencioso” e “O lado bom da morte” que trouxeram a atona um lado que poucos leitores conhecem, mostrando reflexões simples e gerais sobre observações corriqueiras que muito me tocaram.

Enfim, são mais de 70 colunas atualizadas quase semanalmente e que espero ter agradado tanto a vocês que lêem quanto a mim quando as estou escrevendo. E o mais impressionante dessa história toda sabe o que é? É ver como tempo passa rápido. Minha nossa! Vejam vocês que já faz mais de dois anos que o Fabão pegou a Maryeva e eu ainda não sei se ele comeu ou não.

Obrigado pela leitura, jovens!

E até segunda.

Carlos Fialho

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