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Coluna do Novo Jornal – 036 – A cultura do nada – 30.04.2011

novembro 30, 2011

Nesta coluna, propus uma reflexão sobre a completa incompetência da gestão cultural de Micarla de Sousa e como até mesmo isso provoca iniciativas independentes benéficas à cultura local. É claro que não foi essa intenção dos gestores, daí entra um pouco de ironia na história.

Eu mesmo tirei essa foto. Nada mais emblemático.

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A Cultura do Nada

Esta semana surgiu um assunto no Twitter que me deixou muitíssimo preocupado. Não, não tem nada a ver com a porrada que um ex-vereador fanfarrão denunciado pela Operação Impacto levou no piso de luxo do Midway. Refiro-me à aparente intenção da Prefeita Micarla de Sousa em vetar a renúncia Fiscal que possibilita o funcionamento da Lei Djalma Maranhão. E não adianta nem os assessores de comunicação da alcaidessa ou seus muitos Twitters comissionados virem alegar que se trata de “mais um boato conspiratório com a intenção de estabilizar uma administração que, baseada em números, é modelo para o Governo Federal”. Digo isso porque os que comentavam o fato no microblogue eram jornalistas de cultura como Yuno Silva e Isaac Ribeiro (ambos da Tribuna), Sérgio Vilar (Diário de Natal) e Alex de Souza (que já trabalhou aqui no Novo Jornal).

Assim que soube da possibilidade, fiquei justamente indignado com mais uma trapalhada da Borboleta que persiste em meter os pés pelas mãos. Cheguei a pensar comigo mesmo: “Será que ela não dá uma dentro, pobrezinha?” Mas aí, pensei de maneira mais ampla e menos comezinha. Nossa comandante em chefe não está fazendo nada mais que dar continuidade à sua política cultural de geração espontânea. Algo que nos será muito benéfico em longo prazo. Um dia ainda vamos agradecê-la por tudo de bom que está fazendo pelo segmento cultural de Natal ao não fazer nada por ele. Foi ao concluir isto que resolvi me antecipar com esta coluna.

A intenção de Micarla é dificultar ao máximo, criar um ambiente inóspito, deserto, sufocante, impróprio, sem saída, sem apoio, sem nenhuma perspectiva. A ordem é impor um clima de desespero entre artistas e agentes culturais para que, a partir de tanta privação possam surgir iniciativas próprias que alimentem um circuito maior, mais sólido, meritório, permanente e, vejam só que legal!, INDEPENDENTE! Livre das amarras do poder público e das migalhas ofertadas pela boa vontade de algum governante para com a Fundação Capitania das Artes.

Na verdade, o que a filha de Myrian está fazendo é nos conceder a carta de alforria, libertando-nos todos (artistas, realizadores, consumidores de arte) dela e de toda a sua futura linha sucessória. É genial! E merece sim os parabéns. É claro que ela não planejou nada disso. Não enxergo nela inteligência nem qualquer traço de perspicácia necessário para engendrar um plano como estes.

Vocês não devem estar entendo nada. Talvez se perguntem: “Como uma coisa errada dessas pode fazer bem?” Explico. Toda essa sujeição dos artistas e o aspecto de “terra arrasada” fizeram com que muitos engolissem o choro, arregaçassem as mangas e partissem para a ação. As atuações desastrosas de Micarla, Professora Wilma e Iberê provocaram uma fortíssima reação dos agentes culturais da cidade, dispostos a reconstruir suas abaladas estruturas após os tremores e tsunamis morais provocados por aqueles.

Nunca Natal viveu tamanha efervescência. Fruto do crescimento econômico observado nos últimos anos, as pessoas resolveram comprar mais livros, ir mais ao teatro, frequentar mais shows. A saída estava em gerir as iniciativas nascidas com seriedade e competência para cativar um público consumidor crescente. Dessa forma, as pessoas assumiram o papel de financiadores da empreitada e tomaram o lugar das fundações culturais na sustentação deste mercado que surge e cresce por aqui.

Hoje temos diversos lançamentos de livros todas as semanas, quase todos lotados ou bem prestigiados, além de pequenas editoras que começam a se firmar em definitivo. Locais para se ouvir músicas de vários estilos se multiplicam. O fenômeno “Buraco da Catita” é um bom exemplo. De ensaios abertos no meio da rua a um bem estruturado espaço de audição de boa música decorreu pouco mais de 3 anos. A Casa da Ribeira e o Centro Cultural Dosol também têm enorme importância para as novas gerações. A primeira serve de palco para apresentações de excelentes grupos locais, bons shows e ainda foi o berço que projetou o grupo Clowns de Shakespeare para o mundo. O segundo foi o embrião do Festival Dosol, um dos mais importantes e cultuados festivais de música independente do Brasil. Este ano, ambos estão juntos realizando o Circuito Cultural da Ribeira, evento que uma vez por mês povoa o bairro mais boêmio da cidade com apresentações gratuitas de bandas locais e forasteiras.

Há poucos meses foi inaugurado o Teatro Riachuelo, um primor de estrutura fruto da persistência de um empresário bem sucedido. Desde sua abertura, Natal tem recebido uma profusão de músicos e peças teatrais como nunca havia visto. De Lobão a Khrystal, dos Melhores do Mundo a Seu Jorge. E pelo que contam, tem estado sempre lotado.

A multiplicação de alternativas de lazer fez nascer um circuito de bares para fãs de todos os gêneros. A divisão de bares de rock que antes estava limitada ao Gringo’s e mais alguns outros que fechavam pouco depois de abrirem as portas, agora conta com “Jazzy & Rock”, “Casanova Ecobar”, “Hells” e o próprio “Dosol”. Hoje Natal conta com tantas opções que o guia cultural “Solto na Cidade” está mais do que consolidado. É procurado pelos habitantes culturalmente ativos e uma consulta a suas páginas é indispensável para decidir aonde ir a cada quinzena.

Tantos bons trabalhos, tantas realizações se dão graças às idéias de ao trabalho de gente que desistiu de desistir, não quis saber de chorar as pitangas nem lamentar a inoperância de Micarla e seus semelhantes. Caso confirme o veto à renúncia fiscal que possibilita a Lei Djalma Maranhão, nossa Prefeita estará cometendo mais uma de suas trapalhadas, mas pelo menos estará sendo coerente com tudo o que (NÃO) fez até agora. E além de não fazer, acabar com o que funcionava bem antes também faz parte do seu show.

Por tudo isso, considero justo e merecido o agradecimento que faço. Obrigado, Micarla de Sousa. Sua incompetência, inoperância e incapacidade de promover qualquer coisa que se assemelhe a cultura em nossa cidade nos salvou da indolência típica dos artistas, da acomodação que atrofia mentes e inviabiliza projetos.  Você nos salvou de nós mesmos. E nós sempre nos lembraremos disso.

Coluna do Novo Jornal – 035 – Pais playboys geram filhos órfãos – 23.04.2011

novembro 29, 2011

O relato de uma amiga, mãe divorciada me inspirou a cometer este texto.

Enjoy, fellows!

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Pais playboys geram filhos órfãos

Amigos, vejam se pode uma coisa dessas! Ontem fui injustamente humilhado por aquela com quem um dia dividi um teto, mulher a quem jurei amor e com quem, em nome deste inegavelmente puro sentimento, contraí matrimônio, depositando nela a semente germinal de minha linhagem, dando-lhe a oportunidade de ser a guardiã de minha nobre descendência. Tudo aconteceu numa audiência judicial. Na vara de família. Logo eu, um proeminente advogado desta cidade, honrado e reconhecido, dono de um invejável desempenho em audiências como aquela, nas quais costumo defender clientes desamparados como eu próprio me encontrava ontem. No entanto, confesso que, mesmo sendo eu um bem sucedido e competente profissional do Direito, um dos mais brilhantes defensores revelados pelo escritório “Pinto & Rêgo Advogados Associados”, habituado ao ambiente jurídico devido à intimidade que a prática abnegada da profissão me concedeu, senti-me desconfortável e mesmo ultrajado ante a ousadia de minha ex-companheira. Estar na posição de réu, mesmo que de maneira despropositada, como é o caso, não é nada abonador para minha reputação.

E sabem o porquê de eu estar lá naquela sala, sentado à mesa diante de um jovem conciliador que não tem metade do meu conhecimento e talento? Ora, pois! A bonitona lá quer receber pensão. Vê se pode? É ou não é muita cara de pau? Por que eu preciso pagar pensão se ela tem todas as condições de sustentar a menina? É ou não é? Ela trabalha, ganha o salário dela, pois que gaste o dinheiro com as coisas da menina. Não fica o tempo todo chorando, dizendo que ela é a coisa mais importante da vida dela? Vem me pedir dinheiro, dizendo que é pra gastar com ela, com a educação dela, com a alimentação dela. Ah, tá. Acha que eu sou besta, é? Ela quer é meu dinheiro pra gastar com as besteiras dela. Fica usando a filha de desculpa pra arrancar meu valioso capital, pra tirar o que é meu por direito. Pensão! Tá bom. Era só o que me faltava mesmo.

Aí, quando eu digo que ela não precisa de pensão, pois trabalha numa boa empresa e ganha bem, ela vem toda atrevidinha me dizer: “não fiz a menina sozinha na empresa não. Você é pai e tem que ter responsabilidade.” Ôuxe! Mais responsável do que já sou? Sempre que eu posso, vejo a bichinha. A cada duas semanas, levo pra passear no shopping. E pra que? Pra mãe dela vir me dizer que eu fiz o bucho e caí fora. É isso que eu ganho daquela mal agradecida. Mas fazer o que? Ex é ex e vice-versa, né não? Quem mandou eu casar? Quem mandou eu ter feito a menina nela? Separou-se de mim por causa de uma ou outra doidinha que eu andei de chamego como se fosse grande coisa. Isso lá é motivo? E agora vem pedir uma mesada do abestalhado aqui. Além do que, ouvi dizer que ela anda de namorado. Ela não devia ter feito isso. Tá vendo uma coisa dessas? Eu tenho um nome a zelar. Mas veja se ela liga. A cidade toda deve tá comentando: “a ex dele tá com outro. A ex dele tá com outro.” Só por me fazer passar por isso, ela devia dispensar a pensão.

Na audiência, a advogada dela, que por sua vez também não é lá muito competente na atividade, privilégio relegado a poucos como eu, alegou que eu poderia muito bem pagar a pensão, uma vez que dirijo um 4X4 importado, modelo do ano, frequento os melhores restaurantes da cidade e cultivo um estilo de vida tão sofisticado quanto agitado, fazendo questão de me fazer presente em todas as baladas da alta sociedade natalense. Pensem que nessa hora foi a muito custo que me contive para não dizer umas grosserias praquela sei-lá-quemzinha. Apelando para argumentos torpes como estes para tentar me prejudicar em juízo? Onde já se viu? Se aquilo não é golpe baixo, não sei mais o que é. E se tem uma coisa que eu não tolero, essa coisa é deslealdade, meu amigo. Pode apostar.

Se o problema é o carro, ela não devia ter dito aquilo, pois todo mundo sabe que a menina sai direto pra passear nela comigo sempre que vou buscá-la na casa da mãe. Então pronto! Essa questão já morre aí. Se eu saio muito pra jantar, almoçar e badalar, não quer dizer que eu o faça por pura curtição. Ao afirmar isso, elas estão distorcendo os fatos na tentativa de induzir quem for julgar a causa em favor dela. O motivo de eu ser obrigado a frequentar lugares exclusivos é para poder me relacionar melhor com meus potenciais clientes. Não é que eu goste de me amostrar ou de luxar como elas alegam.

Eu preciso estar em locais selecionados, ver e ser visto, consumir do bom e do melhor, pois a imagem que passamos para os outros é o que determina o quão realizados seremos nessa cidade. Por isso, preciso sair à noite de quinta a domingo, comer nos mais dispendiosos restaurantes e trocar de carro a cada ano. Isso sem falar nas viagens: carnaval de Salvador, Festival de Verão em Recife, Fortal… Nada de lazer. Apenas business. É um trabalho de network que faço. Faz parte da minha atividade de profissional das Leis. Agora me digam: com tantas despesas, tanto gasto inerente à profissão, sobra alguma coisa pra dar de pensão pra minha ex-mulher gastar com as futilidades dela? Claro que não!

Além de tudo isso, tem minha recém descoberta atividade paralela. Desde o ano passado me revelei um excelente promotor de festas. Criei uma balada no veraneio de Pirangi que bomba de gente bonita e selecionada. Isso só demonstra como sou um cara bem relacionado em nossa cidade, de reputação ilibada, de caráter inquestionável, querido por muitos. Ou seja, trata-se de mais um argumento a meu favor. Um caba bom como eu não poderia estar sendo interpelado na justiça por causa de um descabido pagamento de pensão. Se essa história de que estou sendo processado se espalha, é capaz de eu perder clientes, de as pessoas não irem mais na minha festa anual. Enfim, esse processo é uma demonstração clara de que tudo o que a mãe da minha filha quer, é me prejudicar. Como é que uma pessoa consegue ser tão ruim assim, hein? Não consigo entender, fico me perguntando como é que eu me casei com ela, uma vez que ela é tão ruim e eu,… tão bom. Né não?

Coluna do Novo Jornal – 034 – #GasolinaMaisBarataJá #Será? – 16.04.2011

novembro 28, 2011

Em meio à luta pelo fim do cartel dos combustíveis, uma agressão física a um cyberativista me motivou a redigir esta coluna. Continuo a republicação das colunas do Novo Jornal com ela.

Aproveito para ilustrar a postagem com uma bela charge do sensacional Ivan Cabral que também estampa as páginas do @NovoJornalRN.

Boa leitura.

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 #GasolinaMaisBarataJá #Será?

Se tem uma coisa que eu não tolero é injustiça. Por isso, na coluna de hoje, levantarei minha voz em defesa de uma parcela da população que vem sendo muitíssimo prejudicada. São eles, os proprietários de postos de gasolina, pessoas da melhor qualidade, que geram empregos, pagam impostos e movimentam a economia (literalmente, inclusive).

Outro dia encontrei um amigo dono de posto desconsolado, chorando copiosamente, aos prantos em virtude de uma campanha difamatória que surgira na Internet, acusando sua classe de cobrar preços indevidos e até mesmo de formação de um cartel que determinaria quanto deveria custar o litro de gasolina, de forma a eliminar a concorrência. Meu amigo estava tão deprimido pela etiqueta #GasolinaMaisBarataJá surgida num sítio de relacionamentos, que pensava em abandonar de vez o negócio, no qual atua a mais de 20 anos com o único intuito de oferecer à população os meios para que ela se locomova de um lugar a outro, cobrando um valor necessário para a mera subsistência da empresa e obtendo um lucro mínimo, suficiente apenas para as despesas básicas de suas famílias que, após anos de trabalho duro, acumula pouquíssimas posses e cultiva hábitos tão simples que fariam os mais modestos monges se apiedarem da situação.

Contou-me em seu desabafo: “Como é que as pessoas cometem uma crueldade dessas comigo? Logo eu que sempre fiz questão de ajudar a todos. O preço do litro de gasolina no meu posto me garante um irrisório lucro de 90%, uma ninharia. Veja você que mal dá pra manter minhas residências de verão: a de Pirangi, a de Muriu e a da Lagoa do Bomfim. Sem falar nos almoços em bons restaurantes e jantares sofisticados que sou obrigado a frequentar. Você já viu quanto está o preço dos pratos nos restaurantes elitizados da cidade? Cadê que ninguém levanta a bandeira #LagostaMaisBarataJá?! Claro que não. Escolheram os empresários de combustíveis, os motores da  economia, para serem malhados! E vocês acham que eu não gostaria de baixar os preços? Gostaria sim. Eu próprio sofro na pele e no meu já maltratado bolso. Preciso dar de beber à minha frota de carros importados também. E, infelizmente, graças aos altos impostos e à lei de mercado, sou obrigado aplicar tal valor na tabela de preços. Acredite: dói mais em mim do que nos consumidores.”

Eu já me encontrava profundamente comovido com sua história e, admito, revoltado com a campanha orquestrada contra ele e seus comparsas, digo colegas. Como pode?  Um homem tão bom, sensível e de sobrenome importante. Após um momento de pausa para se recompor, enxugou as lágrimas e prosseguiu: “Eu tenho duas famílias. Almoço com uma e durmo com outra. Mantenho as duas com o dinheiro honesto que ganho da rede de postos. Como é que vou pagar as joias de ambas as mulheres, as despesas cada vez mais altas das crianças, as constantes viagens para o exterior se não puder cobrar um valor condizente dos motoristas da cidade? O meu mais novo faz equitação. Tive que comprar 2 cavalos pra ele praticar. Se vocês soubessem quanto custa manter os dois puro sangues não reclamariam de míseros R$ 3,00 pra abastecer veículos que, em alguns casos, têm potência de mais de 200 cavalos. E a minha frota pessoal? Como é que eu posso manter uma Mercedes, um Volvo, um Land Rover, uma Hilux e um Mitsubish se tiver que baixar o preço da gasolina? Não dá. Não fecha a conta. Vou ter que fazer voto de pobreza, vender um dos meus carros, desfazendo esta linda coleção em 4 rodas simplesmente porque uma dúzia de muquiranas resolveu exigir que eu não possa cobrar quanto eu bem entender pelo produto que vendo. Veja a distorção. Eles deixam de pagar uns centavinhos de nada, mas eu perco uma fortuna. Talvez, mais de um milhão!”

No momento em que fez menção à possibilidade de “perder um milhão”, meu amigo caiu num choro convulsivo. Tentei animá-lo, dizendo que essa campanha não vai dar em nada. Basta se juntar com os colegas, molhar algumas mãos, anunciar nos veículos de mídia certos e procurar os líderes do movimento para uma “conversinha” que tudo estaria resolvido. Ninguém mais falaria em preço de combustível, cartel de donos de postos nem nada disso. Deu certo. Esboçou um sorriso, respirou fundo e me deu uma missão. Na verdade, um emprego: eu seria o responsável por dissuadir os articuladores da campanha a pararem de importunar. Eu apelaria para a humanidade dessas pessoas, pois o que elas estavam fazendo doía no coração dos empresários conterrâneos, todos da mais inquestionável e inabalável idoneidade, incapazes de ferir a ética, praticar cartel ou de cobrar um centavo que seja a mais do que determina o bom senso.

Aceitei de bom grado a confiança em mim depositada. Vou lá atrás desses baderneiros, agitadores da paz alheia, irresponsáveis e inconsequentes. Farei com que eles paguem tudo o que não querem pagar nas bombas de gasolina. Já contactei uns amigos fortes e destemidos para levarmos uns argumentos bastante contundentes. Também irei munido de números que convencerão os líderes do movimento que eles estão redondamente enganados. Os números são: 38, 22 e até mesmo uma 12 que é para o caso de nada mais persuadi-los. Meu benfeitor também me entregou uma maleta de dinheiro para agradar alguns blogueiros “formadores de opinião” e mais uns trocados para convencer alguns vereadores de que os donos de postos não estão fazendo nada de errado. Fico feliz por poder ajudar a resolver esta tão incômoda situação. É que a gente vê tanta coisa errada acontecer em Natal, né? É bom saber que estamos do lado do bem. Eu falei isso pro meu amigo e, agora patrão. Ao que ele respondeu “Amém.” Gostei dessa resposta, pois sei que ele é um homem religioso. E batizado. Assim como a gasolina que vende.

Olá, eu por aqui?

novembro 27, 2011

Faz tempo que não atualizo o blogue, né? Desculpem por isso. É que esse fim de ano tem sido bem corrido pra mim. Em outubro, realizamos a Ação Potiguar de Incentivo à Leitura e a coisa foi tão sensacional e intensa que, ao final, eu estava exausto e num nível de realização tão grande que precisava de um tempo para respirar e retomar as atividades blogueiras. Mas aí, veio a maratona de fim de ano do Comitê Criativo. Mil campanhas para ir ao ar e um volume imenso de trabalho na agência me mantiveram beeeeem ocupado nesses últimos 40 dias que, aliás, passaram voando.

Por isso, já retorno aqui com mais uma novidade: LANÇO LIVROS NOVOS NO DIA 08 DE DEZEMBRO E QUEM NÃO FOR PRO LANÇAMENTO É MULHER DO PADRE!

Serão os livros “Uns contos de Natal” e “Mano Celo de Bolso” (com histórias inéditas). Ambos serão vendidos juntos por apenas R$ 30. Super em conta, hein? 2 LIVROS POR 30 PILAS. Feitos especialmente para serem presenteados nas festinhas de fim de ano e nos amigos secretos mil.

As capas dos danados são essas aí embaixo:

 

A reunião de amigos será no Solar Bela Vista e todos os livros dos Jovens Escribas estarão em promoção especial. Todos por R$ 20. E ainda haverá descontos ainda maiores para quem comprar vários.

A partir desta segunda-feira, voltarei aqui constantemente para falar do lançamento dos livros.

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Também recomeça essa semana a publicação das crônicas do Novo Jornal. Nesta segunda, publico a coluna de número 34, “#GasolinaMaisBarataJá #Será?”

Depois, de terça até sexta tem mais. E será assim até o fim deste ano. De segunda a sexta haverá uma nova crônica publicada no Novo Jornal para a leitura de vocês, seus lindos!

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Aliás, preciso muito agradecer todos vocês, pois enquanto estive ausente, o Blogue alcançou a marca de 100.000 acessos. Muito bom! Mas isso merece uma postagem de agradecimento exclusiva. Ou seja, voltarei ao assunto.

FUI!

FUIALHO!