Archive for the ‘Publicidade’ Category

Lançamento da JOVENS ESCRIBAS no Rio de Janeiro – 25.03.2014

março 24, 2014

Lanç RJ - Fialho

Amanhã (terça – 25 de março de 2014), a Editora Jovens Escribas vai lançar os livros de 3 autores no Rio de Janeiro. São Eles, Leonardo Panço, Nei Leandro de Castro e Carlos Fialho. O evento faz parte da nossa turnê pelo sudeste em comemoração aos 10 anos de atividades empreendidas por nossa editora e pelo coletivo de autores que arregimentamos em torno dela.

Após um bem sucedido evento em BH no sábado, agora é a vez dos leitores cariocas receberem nossa visita.

Serão levados ao Rio, os livros “Esporro” e “Caras dessa idade já não leem manuais” de Leonardo Panço; “As Dunas Vermelhas”, “Pássaro sem sono”, “O Dia das Moscas” e “50 anos de poesia” de Nei Leandro de Castro; “As maiores mentiras do verão” e “Não basta ser Playboy. Tem que ser DJ!” de Carlos Fialho.

Quem estiver no Rio nesta terça, dá uma passada lá no bar e restaurante DESACATO, no Leblon. Vários escritores e amigos da editora residentes na cidade estarão lá pra prestigiar.

Desacato-Bar-629x472 Desacato-Bar-e-Restaurante-629x472

E quem quiser aproveitar, poderá adquirir os vários livros lançados e vendidos na noite por preços promocionais.

Lanç RJ - Panco Lanç RJ - Nei

 

Lançamento da JOVENS ESCRIBAS em Belo Horizonte – 22.03.2014

março 21, 2014

Atenção, BH! Neste sábado, haverá lançamento duplo da EDITORA JOVENS ESCRIBAS na cidade. Sérgio Fantini e Carlos Fialho estarão juntos lançando, respectivamente, “A ponto de explodir” e “Não basta ser playboy. Tem que ser DJ!”. O público leitor poderá ainda, encontrar todos os livros já publicados pela editora de Fantini, Fialho e de Ana Elisa Ribeiro, autora convidada a conduzir um papo e que também já lançou pela JE.

Apareçam, se forem de BH, ou divulguem para amigos de lá caso conheçam pessoas que gostem de literatura e residam na capital mineira.

O lançamento faz parte da primeira etapa da #JovensEscribasWorldTour que levará autores da editora para lançamentos em diversos estados brasileiros. Ainda neste mês de março, além de BH, eles estarão  no Rio e em São Paulo.

Lanç BH - Fialho Lanç BH - Fantini

Cartaz Promocional - BH - Reduzido

Lançamento de “Uns contos de Natal”

dezembro 7, 2011

3 Fialhos incomodam muito mais.

 

 

 

Ação Potiguar de Incentivo à Leitura – uma inciativa dos Jovens Escribas

setembro 22, 2011

“É preciso ter sorte quando se está em guerra” – Lançamento Hoje

setembro 15, 2011

Lançamento “O Verso e o Briefing” de Clotilde Tavares – Convites

agosto 23, 2011

Nesta quinta-feira, 25 de agosto, os Jovens Escribas estarão lançando o mais novo livro da escritora Clotilde Tavares. A nosso pedido, a autora preparou alguns versos, convidando leitores, familiares e amigos para a noite de lançamento. Publico os anúncios logo abaixo:

 

 

E quem quiser conhecer um pouco mais sobre Clotilde, vejam que belo perfil foi feito por Margot em sua revista televisiva Cores e Nomes. Cliquem no vídeo abaixo para assistir:

Vídeos Legais

julho 8, 2011

Os vídeos desta postagem servem para tornar sua tarde de trabalho de sexta e, por extensão, o fim de semana que se avizinha, algo mais divertido.

# 1 – Razões para acreditar em propaganda

Produzido pelo CCRJ, uma divertida paródia do comercial da Coca-cola. Ficou bem legal, mas só pra quem é publicitário ou manja do assunto.

 

# 2 – Joca Reiners Terron fala de seu próximo romance

Joca Reiners Terron fala sobre o livro “Guia de ruas sem saída” que será publicado em 2012. Pela descrição, deve ser bom pra car***alho.

 

# 3 – Antonio Prata no Programa do Jô – Impagável, divertidíssimo, hilariante!

Vejam como se suas vidas dependessem disso!

 

 

 

Mônica e Eduardo – Do tempo dos fanzines

junho 9, 2011

Talvez muitos aqui não tenham vivido esta época, mas no fim dos anos 90, quando eu era estudante de comunicação, havia os fanzines, publicações em papel que evoluíram para plataformas mais dinâmicas como sites e blogues. Entre 1997 e 1999, alguns amigos editavam a AZ Revista, publicação da qual participei com muito orgulho ao lado de Caio Vitoriano, Paulo Celestino, George Rodrigo e Cristiano Medeiros. Hoje, tirando o Lado Erre, não há mais fanzines por aí, mas naquela época os fanzineiros se correspondiam e enviavam suas publicações uns para os outros pelo correio. Uma vez recebi de alguém um zine chamado “Os reis da gambiarra”, divertidíssimo que trazia um texto chamado “Mônica e Eduardo” supostamente escrito por um tal Adolar Gangorra, um senhor de 71 anos de idade. Era uma crítica analítica à música “Eduardo e Mônica” da Legião Urbana.

Essa semana, com o (muito bom) vídeo da VIVO em homenagem à canção da Legião, procurei aqui em meus arquivos o texto do zine e aproveito para publicar aqui pra vocês.

Antes, vejam o vídeo da VIVO:

E agora, divirtam-se com o texto resgatado do fundo falso do baú.

***

Mônica e Eduardo
Por Adolar Gangorra
18/05/01

Esse texto é uma análise comportamental crítica sobre Eduardo e Mônica (aquela música que todo mundo tem obrigação de tocar em churrascos, ao lado de Wish You Were Here, Stairway to Heaven, etc ….) A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino? É o que garante Adolar Gangorra. Leia e confira.


O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista.  Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava.  E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso.

Como no caso da música Eduardo e Monica, do álbum Dois da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente enquanto a feminina (Monica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos.

Analisemos o que diz a letra. Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (“Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram”) ao mesmo tempo que tentar dar uma imagem forte e charmosa à Monica (“enquanto Monica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram”). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã, como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (“Festa estranha, com gente esquisita…”). Bom, “Festa Estranha” significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poder fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. “Gente esquisita” é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da Via-Láctea. Enfim, esta era a tal “festa legal” em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (“- Eu não estou legal. Não agüento mais birita”). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Monica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground. Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (“E a Monica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar”). Vamos por partes: em “E a Monica riu” nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Monica para com Eduardo. Ela, bêbada inveterada, ri de um bêbado inexperiente!

Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se “quis saber um pouco mais” leia-se “quis dar para”!  É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Monica. A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo “boyzinho que tentava impressionar”!  É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como “boyzinho”… Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Monica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (“Se encontraram então no parque da cidade A Monica de moto e o Eduardo de camelo”). A não ser que o Eduardo fosse um beduíno, e estivesse realmente de camelo, mas ainda nesse caso não seria um “boyzinho”. Se alguém aí age como boy, esta seria Monica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (“Ela era de Leão e ele tinha dezesseis”) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Monica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu? Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Monica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (“O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Monica queria ver um filme do Godard”). Atitude esta nada democrática para quem se julga uma liberal. Na verdade, Monica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto, em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado pra caralho e com muitas cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo “menina” para se referir suavemente à Monica (“O Eduardo achou estranho e melhor não comentar, mas a menina tinha tinta no cabelo”). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. À pouco vimos Monica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Note que Russo informa a idade de Eduardo, mas propositadamente omite a de Monica. Além disto, se Monica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril ou porque é uma baranga escrota mesmo.

O autor insiste em retratar Monica como uma gênia sem par. (“Ela fazia Medicina e falava alemão”) e Eduardo como um idiota retardado (“E ele ainda nas aulinhas de inglês”). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar “iéis”, “nou” e “mai neime is Eduardo”! Incomoda como são usadas as palavras “ainda” e “aulinhas”, para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente. Coitado do Eduardo, é um jumento mesmo…

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (“Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud”). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.As, muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão “do Bandeira”. Francamente, “Bandeira” é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí, cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar “Êta” com “Tiêta” e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (“E o Eduardo gostava de novela”) e crianção (“E jogava futebol de botão com seu avô”). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões!  É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (“Ela falava coisas sobre o Planalto Central, também magia e meditação”). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada … Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Monica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (“E o Eduardo ainda estava no esquema “escola – cinema – clube – televisão”). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse “bar da esquina – terreiro de macumba – sauna gay – delegacia”?? E qual é o problema de se ir a escola, caramba?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Monica (“Eduardo e Monica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar”). Por ordem: 1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto. 2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo. 3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (“A Monica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar”). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Monica trabalha na previsão do tempo? Não. Monica é geóloga? Não. Monica é professora de química? Não. Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba? Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência …

Ainda em “Ele aprendeu a beber”, não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com Monica, a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Monica! Grande contribuição!

Depois, temos “deixou o cabelo crescer”. Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Monica na cabeça do iludido Eduardo. Sempre à frente em tudo, Monica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (“E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular”). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Monica deverá estar ganhando o seu prêmio Nobel. Outra prova da parcialidade do autor está em (“porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação”). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Monica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. Bem típico de algum recalque homossexual do autor, talvez magoado com a natureza masculina. É sabido que em todas culturas e povos existentes, o homem sempre oprimiu amulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra.

Por quê? Ora, porque tanto homens, mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até… Renato!

Adolar Gangorra tem 71 anos, é editor do periódico humorístico Os Reis da Gambiarra e não perde um show sequer dos The Fevers.

A Nova Dramaturgia Brasileira – Jabá só pros amigos

maio 23, 2011

Muito legal esse projeto do Banco do Brasil que reúne bons escritores contemporâneos e alguns diretores teatrais da nova cena brasileira. O resultado é a encenação de 4 peças de autoria de Xico Sá, Joca Reinners Terron, João Paulo Cuenca e André de Leones. Além deles, o texto do Xico Sá tem direção de Fernando Yamamoto do Clowns de Shakespeare.

Como sou amigo e admirador do trabalho de Xico, Joca, Cuenca e Fernando, faço questão de divulgar o projeto aqui.

Chegou o dia! Lançamento de “Silas” em Natal.

maio 15, 2011

Caros amigos, é NESTA SEGUNDA (16.05) o lançamento de “Silas” em Natal. Será no Gringo’s Bar e se trata do primeiro livro lançado nacionalmente por nossa editora. Caso vocês não possam ir ao encontro de logo mais, mas queiram adquirir um exemplar do livro de Sérgio Fantini, podem acessar nossa loja virtual www.jovensescribas.com.br e utilizar o cartão de crédito.

Um abraço a todos.

Lançamento de “Silas” em Natal.

maio 12, 2011

Caríssimos, na próxima segunda-feira estará em Natal o escritor Sérgio Fantini, lançando seu novo livro “Silas” que sai pela editora Jovens Escribas.

Fantini é um autor mineiro muito conceituado no Sudeste que nos deu a honra de publicá-lo.

Eu gostaria de convidá-los a todos para mais este lançamento literário que promovemos e dizer que quem quiser comprar o livro pelo cartão de crédito, o mesmo já se encontra à venda em nossa LOJA VIRTUAL: www.jovensescribas.com.br

Quem optar pela Loja Virtual poderá pegar o livro pessoalmente na noite de autógrafos e, quem não puder ir, receberá na terça pela manhã.

Obrigado mais uma vez pela atenção e apoio de todos.

Segue o convite/anúncio:

A Arte de Pedro Victor

maio 6, 2011

Ânderson Foca e Ana Morena estão juntos faz um tempo, mas nunca tiveram filhos. Ou, pelo menos, era isso que pensavam as pessoas que não conhecem a verdade. Foca e Ana são pais de milhares de jovens roqueiros que cresceram admirando os reis do rock potiguar como a ídolos num altar. Essa geração de meninos e meninas do mal perambula pela Ribeira e um deles, Pedro Victor (o chupacabra), deu pra diretor de arte.

Outro dia, o pequeno herdeiro da família camisetas pretas criou uma série de cartazes minimalistas em homenagem ao cinema brasileiro. Confiram:

Chupacabra feliz da vida com sua camisa dos Jovens Escribas entre Patrício Jr e eu. Aliás, esses 3 modelos ainda estão à venda.

Lançamento de “Pés no Caminho, Campo de Estrelas”.

abril 4, 2011

Todo mundo lá!

Jovens Escribas Convidam Joca Reiners Terrón – 4

março 21, 2011

É hoje! O escritor Joca Reiners Terrón terá um dia de compromissos em Natal.

Às 16h, conversa animada com alunos do colégio Anísio Texeira sobre o prazer da leitura.

Às 18h, palestra para estudantes de Letras na UnP da Floriano Peixoto (Evento aberto ao público).

Às 20h, lançamento do premiado romance “Do fundo do poço se vê a lua” no Gringo’s Bar. TODOS ESTÃO CONVIDADOS!

Ontem, na véspera dos eventos de hoje, Joca Terrón pediu que mostrássemos a ele a parte histórica de Natal. “Gosto de conhecer os bairros mais antigos e tradicionais dos lugares que conheço.” Missão para Pablo Capistrano. Acompanhados do videomaker Leandro do Lado [r] levamos o autor para o centro histórico, Ribeira, Redinha, Plano Palumbo e Ponta Negra.

Pablo conta a história as batalhas entre franceses, portugueses e índios do alto da Ladeira do Sol.

Boa conversa contemplando a bela Praia dos Artistas.

Em frente ao Memorial Câmara Cascudo, a figura do nosso autor maior.

 Este é o segundo lançamento que promovemos no Gringo’s Bar. O primeiro foi o da Graphic Novel “Cachalote” de Daniel Galera e Rafael Coutinho em novembro passado.

Lançamento de "Cachalote" em novembro: esperamos repetir o mesmo sucesso logo mais.

Levaremos algumas camisas dos Jovens Escribas como estas para quem quiser comprar a sua.

Até logo mais, jovens.

Um abração!

Jovens Escribas Convidam Joca Reiners Terrón – 3

março 18, 2011

Hoje postarei dois vídeos pra vocês se instigarem a participar da nossa programação de segunda.

O primeiro é o “trailer do livro”. Isso mesmo, como se fosse um filme. A editora Cia das letras tem preparado alguns vídeos bem legais para promover seus principais lançamentos. Vejam o vídeo e tentem não ter vontade de ler o livro:

E abaixo, temos uma entrevista do autor no programa Entrelinhas da TV Cultura em que ele fala do livro:

Lembrando sobre a programação do autor em Natal na segunda:

16h – bate-papo com estudantes da escola estadual Anísio Texeira;

18h – palestra para alunos de Letras da UnP;

20h – lançamento de “Do fundo do poço se vê a lua” no Gringo’s Bar em Ponta Negra.