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Apontamentos Desconexos # 7 – Reunião dos Jovens Escribas, coluna de sábado e mais fotinhas.

julho 7, 2011

# Reunião Jovens Escribas – julho de 2011

No último domingo, me encontrei com Patrício Jr e Daniel Minchoni, meus sócios na Editora Jovens Escribas para tratar das ações de dominação mundial que empreenderemos neste segundo semestre. Planos que envolvem grandes nomes como Clotilde Tavares, Pablo Capistrano, Cláudia Magalhães e vários outros e que não vou contar hoje. Mas fiquem com o registro fotográfico de nosso encontro.

Minchoni, Patrício e eu no último domingo.

 

# Neste sábado do Novo Jornal

No próximo sábado, minha coluna do Novo Jornal vai se chamar “Ânderson Miguel – o nosso Brás Cubas”. Quem tiver curiosidade, procure seu exemplar na banca mais próxima.

 

# Férias

Passei metade do mês de junho de férias com Nina. Abaixo, umas fotinhas pra ilustrar.

Na Grécia, participamos dos protestos. Na verdade, minha participação se resumiu a esta foto de apoio com cara de galado. Mas tá valendo, né não?

 

Do alto da montanha, se vê ao longe.

Tivemos que nos adaptar à culinária local. Mas vencemos o desafio.

Também provamos as exóticas bebidas locais.

Mas pelo menos ajudamos a economizar água.

Tivemos que descansar onde dava pra nos encostar.

O sol demorava muito a se pôr. O jeito era esperar.

Chuuuupa, Marina Badauê!

Bem, por hora é isso. Depois subo aqui mais fotos da Grécia e algumas da Espanha.

 

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Fora Mikarlopoulus!

junho 17, 2011
ATENCAO: Esta postagem esta de acordo com a reforma ortografica de 2029, que abolira completamente os acentos da lingua portuguesa. Isto posto, boa leitura.  

E os pos-socraticos gritam a plenos pulmoes: “1, 2, 3, so sei que nada sei!”

Nao sei que dia da semana e hoje, ou mesmo qual o numero correspondente no calendario. Isso e bom. Significa que as ferias estao surtindo o efeito desejado. A vida dupla de publicitario e editor me conduz por caminhos repletos de prazos apertados, rigidos cronogramas e tarefas de emergencia que surgem a todo momento, demandando imediata e pronta atencao. Quando percebo que estou, mesmo que momentaneamente, desconectado desta realidade, sinto-me deveras aliviado, certo de que terei minhas baterias recarregadas quando retornar a sisudez do cotidiano, a rotina das agendas de compromissos, nas quais, nao so os dias, mas tambem as horas saltam aos olhos como neon no escuro, como que nos dizendo que devemos atuar com agilidade e, O horror! O horror!, proatividade.

Quando  viajo, seja la por qual razao, procuro olhar o mundo com olhos de vizinho bisbilhoteiro. Quero saber tudo o que se passa. Aprender e apreender o maximo possivel para, quem sabe, converter tais conhecimentos em textos futuros, ou trechos de cronicas, ou simples citacoes uteis que edifiquem algum argumento pueril. Divirto-me tracando paralelos entre mundos distantes, universos diversos, paises remotos como, por exemplo, Mossoro, e a minha cidade, que me gerou em suas ensolaradas entranhas e cuspiu para o mundo que, ate o presente momento, tem me acolhido muito bem, sem maiores queixas que eu possa expressar-vos.

Do Augusto Severo, fiz uma conexao no aeroporto de Lisboa. Beatriz e eu passariamos algumas horas circulando pela area de embarque e isso, no meu caso, significa preencher o tempo e algumas paginas do Moleskine com reflexoes a esmo. Antes de sentar-me diante de um espresso, passei pela livraria. Havia livros de Bolanos, Silviano Santiago e outros autores do momento. Porem, num grande mural na parede, um titulo se destacava. No ranking dos mais vendidos, o primeiro lugar e bem conhecido dos brasileiros. Ninguem menos que o amigo do Ricardo Texeira, Paulo Coelho. Mais uma vez me pus a pensar como este nosso conterraneo e fenomenal. E recordista de vendas no Brasil, Portugal, Vladvostok, Aral, Omsk, Dudinka e em mais 24 territorios a sua escolha.

Foi ai que algo me chamou a atencao. Se ele vende o que vende no Brasil, se e tao lido, como e que eu nao conheco tantos leitores do Mr. Rabbit assim? Quero dizer, ate conheco pessoas que leram um ou outro livro, mas nada perto da histeria que se criou em torno de seu nome. Nao sei de ninguem que leu muitos de seus títulos ou de muitas pessoas que leram pelo menos um deles.

A conclusao possivel e que os leitores de Paulo Coelho sao como os eleitores de Micarla. Voce ate conhece alguns, mas os numeros simplesmente nao batem. Como ela ganhou no primeiro turno se quase ninguem que conheco admite ter votado na criatura? E o outro? Como ele pode ter se convertido num impressionante éxito de vendas se nao conhecemos muitas pessoas que hajam lido suas obras? Será que existe algum fetiche ai? “Vou ler, mas nao contarei a ninguem.” Ou ainda: “Vou comprar uns 20 exemplares de cada livro, depois esconder e  nao direi nada.” Algo como uma seita de compradores de livros de Paulo Coelho. Eles nao admitem em publico, digressionam quando tocamos no assunto, disfarcam se indagados a respeito, fazem-se de doidos, como se diz no interior, mas estao la, com seus livros armazenados em lugares inacessiveis aos nossos olhos. Ou pode ser vergonha mesmo. No caso do mago carioca eu nao sei, mas quanto a prefeita natalense, fica facil compreender tal sentimento. Eu mesmo, sinto muita vergonha alheia dessa gente.

Entretanto, essa nao foi a unica ligacao entre o campeao de vendas e a vitoriosa nas urnas de 2008. Acredito, piamente que Micarla, tenha utilizado a mais famosa citacao do autor para chegar ao Palacio Felipe Camarao (“Quando voce quer muito uma coisa, o universo conspira a seu favor”.). Ela conseguiu. Fato. O problema e que um livro nao escrito pelo senhor Coelho nem por nenhum autor menos celebre, chamado senso comum, diz que “se voce fizer muita merda, o universo vai ficar puto da vida!” Dai pra surgir o movimento “Fora Micarla” foi um pulo.

Em meio a devaneios, envolvendo os supracitados personagens, cheguei a Atenas, na Grecia. A cidade estava um burburinho so. Protestos da populacao contra os arrochos que se seguirao ao acordo com a Uniao Europeia em troca de ajuda financeira. Uma greve paralisou a cidade e cheguamos a apressar o passo em dado momento quando pegamos uma rua errada e sentimos os primeiros efeitos do gas lacrimogenio no organismo. Pela TV, vi aquelas milhares de pessoas reunidas, com suas faixas e cartazes e pensando em sugerir algo como “Por que voces nao acampam no parlamento?” Mas preferi nao me envolver. Fui fazer o programa de turista regular e visitar alguns pontos turisticos.

Mas mesmo ai, o distanciamento nao foi total. As escavacoes arqueologicas logo me remeteram a Natal. Afinal, todos aqueles buracos no chao pareciam mais a Prudente de Morais, Romualdo Galvao ou Alexandrino de Alencar, com suas crateras lunares a cada trecho de avenida. Os monumentos milenares tambem me fizeram recordade imediatamente de nossa suntuosa arvore de Mirassol. Aquilo sim e grandioso.

No dia seguinte, a caminho da praia, fiquei sabendo que o primeiro ministro do pais renunciou. Andei conversando com os locais para saber o que eles acham dessa situacao, das possiveis consequencias e, talvez, reproduzir pra voces em alguns dias. Afinal, ja que estou na Grecia, tenho por obrigacao e dever moral, filosofar um bocadinho.

De qualquer forma, acredito que os lideres do movimento “Fora Micarla” vao gostar de saber que aqui na Grecia o “Fora Micarlopoulus” deu certo. So espero, para o bem dos gregos, que o vice primeiro-ministro nao seja o Paulinho Freire. Na boa.  Do fundo do coracao.

Agora, voces vao me dar licenca, que estou quase concluindo o primeiro ato da peca que os meninos e meninas do Clowns pretendem encenar no segundo semestre e preciso ir ao escritorio que consegui aqui. Logo abaixo, segue uma foto dele.

Nao se preocupem, jovens. Quando eu cansar disso aqui, volto rapidinho.

Lançamento de “Do Fundo do poço se vê a lua” – Mais Imagens

abril 11, 2011

Hoje postarei mais algumas imagens da passagem de Joca Reiners Terron por Natal, especialmente seu lançamento no Gringo’s.

Pablo folheia o recém adquirido exemplar autografado pelo autor.

Com o jornalista Yuri Borges do Diário de Natal

Patrício Jr com dores na lombar e Márcio Nazianzeno com dor no braço direito, mas com Lucílio está tudo bem.

Joca autografa um exemplar do lendário "Hotel Hell' para os meninos da Revista Catorze.

Aliás, por falar nos caras da Catorze, eles fizeram uma matéria bem legal sobre o autor.

Confiram:

http://revistacatorze.com.br/2011/a-literatura-que-absorve 

Duas das maiores autoridades literárias da Praia de Pipa

Samuca e Márcio Wilhelm

Nina e eu, cicerones do escriba ilustre.

Márcios

P&B

E vejam também um comercial dos documentários “Amores Expressos” que registrou as aventuras de 16 autores pelo mundo a fim de escrever histórias de amor. Entre os autores, está Joca Terron, pois foi este projeto que resultou no livro “Do fundo do poço se vê a lua”.  Cliquem abaixo para assistirem:

Ainda esta semana, registraremos no blogue dos Jovens Escribas, que fica lá na nossa loja virtual (www.jovensescribas.com.br), alguns momentos do lançamento do livro “Pés no Caminho, Campo de Estrelas”. Divulgarei.

Lançamento de “Do Fundo do poço se vê a lua” – Imagens

abril 1, 2011

Pablo explica: "Naqueles tempos coloniais, eram os nativos potiguares, canibais sem enfado ou pudor, que comiam os europeus que aportavam aqui. Hoje, a história meio que mudou."

 

"E foi precisamente nesta igreja, na gloriosa data de 18 de dezembro de 2010 que o fidalgo Carlos Fialho se casou. Depois disso, ela entrou pra história da cidade."

No último dia 21 de março, esteve em Natal o escritor Joca Reiners Terron, para lançar a convite dos Jovens Escribas, seu mais recente livro, o romance “Do fundo do poço se vê a lua”. Na ocasião, ele também deu seu depoimento para um vídeo que estamos produzindo com os caras do @ladoerre sobre os JEs, proferiu palestras para estudantes da escola estadual Anísio Texeira e para os alunos do curso de Letras da UnP, teve uma aula de campo sobre a história de Natal com Pablo Capistrano, lançou o livro no Gringo’s Bar, em Ponta Negra, e se foi.

Abaixo, seguem imagens que registram a passagem do autor na terrinha:

"Tenho aqui ao meu lado, uma das maiores nulidades..., opa, quero dizer: uma das maiores sumidades dos Jovens Escribas."

 

"Muito obrigado, Joca. E tenha a certeza: muito em breve, estarei igual a você." "Como assim? Consagrado?" "Não. Careca."

 

Professora Célia Barbosa, coordenadora do curso de Letras da UnP.

Professora Conceição Flores, entusiasta do projeto "Jovens Escribas Convidam".

 

Professoras do Curso de Letras prestigiam o bate-papo.

 

Alunos do Anísio Texeira lotam o auditório para ouvir o autor falar sobre o prazer da leitura.

 

Os jovens ficaram felizes com o papo, satisfeitos com as ótimas histórias de Joca e impressionados com sua barba tão vistosa.

 

A turma do Cais da Leitura com atenção total na dupla de feiosos testudos lá na frente.

 

Na segunda palestra, o público era de alunos de Letras e público em geral.

 

Na plateia, gente ilustre como o Dr. Elmano que bateu um papo com o autor.

 

Mais uma palestra com casa cheia.

 

"E aí, galera? Quem se anima a ir no Gringo's logo mais?"

"Olá, Joca. Sou o Wesley, sócio do Gringo's." "Beleza. Então converte o valor deste exemplar em Heinekens. Pode ser?"

Esta foto, vocês devem ter percebido, é só pra mostrar as camisetas mesmo.

Clima descontraído para o autor e os leitores se sentirem mais à vontade.

Os eventos no Gringo's são sempre cheios de gente bacana.

 

Os ilustríssimos Mário Ivo, Flávia Assaf e Adriano de Sousa.

 

Liane e Nina e o Papai Noel Psicopata

Carol Carvalho e Diana Petta, gatations.

Pablo Capistrano e Joca Reiners Terron. Uma foto para a posteridade.

"Literatura é massa pra encher a cabeça de ideias, jovens!" Caio Vitoriano

 

"Um brinde e voltem sempre a este blogue, pois o Fialho me disse que vai atualizar com mais fotos daqui a alguns dias."

Viagem ao RJ – Março de 2010 – Parte 1

março 30, 2010

Tudo começou em 2006. Devido à boa projeção dos livros dos Jovens Escribas, os escritores Xico Sá e Marcelino Freire nos convidaram a lançar todos em São Paulo. Marcelino também estendeu o convite para a sua nascente “Balada Literária”. Neste evento, fomos apresentados ao Claudiney Ferreira, responsável pela área de literatura da fundação Itaú Cultural.

Passou o tempo e, um ano depois, recebo um telefonema do escritor Marcelino, revelando que eu seria convidado para participar do evento “Encontros de Interrogações”, quando escritores de todo o país se reúnem para se conhecerem e discutirem caminhos que promovam a literatura Brasil afora, além de armarem interações e eventos conjuntos entre agentes literários de diferentes regiões do Brasil. Nesta edição de 2007, estavam presentes 72 autores do país.

Graças a minha presença lá, pude conhecer muitos colegas, como o mineiro Sérgio Fantini, o paraibano Lau Siqueira e o carioca Henrique Rodrigues. Ainda naquele ano lancei meu segundo livro, “É Tudo Mentira!” em Belo Horizonte, graças à boa vontade e o empenho do Fantini e de outros amigos mineiros que me receberam, agendaram o lançamento pra uma livraria bem legal, fizeram uma assessoria de imprensa profissional, me botaram pra dar palestra na UFMG e entrevista pras TVs e jornais. Enfim, um grande êxito.

Em 2009, numa tarde de trabalho, o Henrique Rodrigues me fez uma pergunta no MSN: “Você gostava da Legião Urbana?” Diante da minha resposta positiva, ele me disse: “Então você pode participar de um projeto que estou desenvolvendo.”

O projeto era a publicação de um livro de contos baseados nas letras das canções da Legião. A intenção de Henrique era incluir escritores de todo o Brasil e não apenas de Rio, Sampa e Porto Alegre, como costuma acontecer nas coletâneas literárias das grandes editoras. Daí, seu interesse em convidar este escriba natalense que vive tão longe das capitais.

Eu topei. Escrevi o conto baseado na música “Faroeste Caboclo”, prestei uma homenagem a Nícolas Behr através de várias citações e, meses depois, após ter minha história aprovada pelo organizador e pelos editores da Record, eu estava assinando meu primeiro contrato. O nome do livro seria “Como se não houvesse amanhã”, reuniria autores de Natal, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Jaraguá do Sul, Salvador, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre e Curitiba. O lançamento nacional seria no dia 27 de março de 2010 no Rio de Janeiro, data em que o Renato Russo completaria 50 anos.

Henrique Rodrigues, o organizador do livro.

Comprei passagem, arrumei as malas e rumei para o Rio. Aproveitei para passar 4 dias na cidade, rever um monte de amigos e ainda resolver umas coisas importantes. Que amigos foram esses e que coisas importantes eu fiz, conto na sequência.

CONTINUA

Diário Estelar 2 – 10.07.2009

julho 10, 2009

Lançamento de “A Fortaleza dos Vencidos” foi um sucesso!

Nei recebeu muitos leitores.

Nei recebeu muitos leitores.

Na última quarta-feira fui ao lançamento de “A Fortaleza dos Vencidos”, novo livro de Nei Leandro de Castro. Até aí, nada demais. Sou fã do grande romancista e não poderia faltar a esse evento. O livro eu ainda não comecei a ler, coisa que farei neste fim de semana. Minha namorada, Beatriz, já iniciou a leitura e está adorando. Natural, pois Nei é fodão. Escreve pra caralho, com uma desenvoltura única. Quem já leu os seus outros romances: “As Pelejas de Ojuara”, “O Dia das Moscas” e “Dunas Vermelhas” sabe muito bem disso.

Porém o lançamento do livro teve outros aspectos que me deixaram muitíssimo feliz. Primeiro a presença maciça de amigos e leitores do escritor. Muita gente foi prestigiar o autor e a livraria estava abarrotada de gente que atendeu o chamado para conferir o que revela essa fortaleza de vencidos e amargurados. E entre os presentes, uma ruma de gente boa, inteligente, que tem muito a transmitir em bate-papos engrandecedores: Puxando o bloco, Giovanni Sérgio, grande expoente da intelectualidade natalense, muito bem acompanhado de Adriano de Sousa, Tácito Costa, Chico Guedes, Tarcísio Gurgel, Tetê Bezerra, Porpino, Nelson Patriota, Patrício Jr., Túllio Andrade, Cefas Carvalho. Noite repleta de boas conversas e uma dessas ocasiões que tornavam impossível dar uma simples “passadinha”. O jeito foi ficar a noite toda e só ir embora na vassoura.

Estou feliz com o sucesso do lançamento e com a noite estrelada de gente de bem e do bem.

Diário Estelar 1 – 07_JULHO_2009

julho 7, 2009

Aos leitores deste blogue, peço desculpas. Ando muito atarefado e distante da internet por várias razões. Daí, tenho acessado a rede em pouquíssimas ocasiões respondo apenas os e-mails mais urgentes. Orkut? Twitter? Blogue?! Tenho passado ao largo de toda essa interatividade. Até a coluna da Digi tem sofrido, mas tentarei atualizá-la hoje mesmo com uma crônica da série “Realizadores”.

Na última vez que postei por aqui estava a caminho de Mossoró para lançar o Mano Celo por lá. O lançamento foi bem legal na Siciliano do West Shopping e, acredito, deva ter batido o recorde de livros vendidos na capital cultural do Estado: 10 exemplares na noite de lançamento. Muita gente boa presente: Fatinha Moreira e Alber, Leandro, Larissa Gabriela, Moisés Albuquerque e Mirella, Túlio Ratto, Cid Augusto, Ígor Rosado, Laércio Eugênio e Fabrício Cavalcante. Voltarei outras vezes nos próximos livros.

E por falar em recorde, Cassiano Arruda QUASE bateu a marca do Mano Celo (382) na Siciliano do Midway. O Hotel de Trânsito foi comprado por 376 leitores que abarrotaram a livraria do shopping. Eu, inclusive. Aliás, o livro está belíssimo. Edição da Flor do Sal, capa de Giovanni Sérgio e direção de arte de Jackson Williams e do inigualável George Rodrigo. Tá fodão.