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10 anos de JOVENS ESCRIBAS – Parte 01 – Verão Veraneio – O livro da estação.

março 18, 2014

1 Capa Verão Veraneio FECHADA

Verão Veraneio – O livro da estação.

Enquanto as conversas com os outros 3 autores caminhavam para o surgimento do selo Jovens Escribas, eu continuei escrevendo crônicas de humor para compor o meu primeiro livro. Já havia decidido qual nome dar à iminente publicação: “Verão Veraneio – Crônicas de uma cidade ensolarada”.

Fui reunindo textos e fazendo, empiricamente, o trabalho de auto-edição que, mal sabia eu, marcaria bastante minha vida dali pra frente. Quando Modrack Freire, diretor de arte que já havia concluído o logotipo do selo, se ofereceu para fazer o livro, começamos a imaginar como poderia ser a capa. Logo criamos uma imagem em nossa tempestade cerebral: a foto de um baldinho de criança à beira mar sendo utilizado para gelar cerveja, unindo a inocência presente na leveza das crônicas com a irreverência do humor também bastante característico nos textos. Na quarta capa, haveria outra foto: uma trave de “mirim” deixada de lado com o chão impecável em torno dela. Como se os jogadores não tivessem algo melhor para fazer naquele dia (beber, paquerar, curtir) do que jogar futebol. O fotógrafo convidado a fazer os cliques foi Giovanni Sérgio, mago das lentes, ídolo de longa data.

O fotógrafo Giovanni Sérgio - lindo e competente.

O fotógrafo Giovanni Sérgio – lindo e competente.

Com a direção de arte, diagramação e fotos garantidas, precisava batalhar agora um nome relevante que topasse assinar as orelhas da obra. Tinha que ser alguém reconhecido na literatura, de forma que o livro chegasse às pessoas com algum respaldo importante. Meu pai, em conversa com François Silvestre, chegou à conclusão que eu poderia procurar Nei Leandro de Castro, uma vez que eram muito amigos desde os tempos em que a Ditadura Militar os perseguira e prendera algumas décadas antes. Procuramos Nei que, num primeiro contato por e-mail, disse-me com sinceridade que só escreveria se gostasse do que lesse. Fiquei muito animado com a possibilidade e lhe entreguei o material impresso e encadernado em mãos, numa de suas vindas a Natal, naquele ano de 2003.

Nei Leandro de Castro

Nei Leandro de Castro

Menos de uma semana depois, Nei Leandro me escreveu. Sua mensagem veio repleta de elogios e terminava com sua concordância em escrever a orelha. Em mais alguns dias, o texto estava em minha caixa de entrada de e-mail. Em alguns trechos mais lisonjeiros, Nei dizia o seguinte:

Carlos Fialho me surpreende. Primeiro, por sua precocidade. Segundo, porque as suas crônicas são bem escritas, docemente sacanas, inteligentes, e nos dá a certeza de um escritor, que não há de ficar nos limites da crônica.

Os textos deste livro têm a idade e a linguagem  de um garotão bem resolvido com ele mesmo. Os temas  – gírias regionais, porres, rock, vídeo-game, paqueras, Natal, cinema, carnatais, carnavais, etc. – são tratados com graça e ironia, leveza e fino senso de humor.

Carlos Fialho, cronista, precoce, publicitário, devorador de livros, autor das crônicas deliciosas deste Verão veraneio, vai chegar lá. Esse garoto vai longe.

Além de Nei, procurei um autor adequado para o prefácio. Não precisava ser famoso, mas que tivesse um estilo mordaz e bom humor, de forma a combinar com o conteúdo do livro. Escolhi meu ex-colega de faculdade, George Wilde, que fez um texto preciso, de acordo com o que eu pretendia. Destaco uma pequena parte:

Ao ler o livro, descobri que dentro de Fialho existe algo grandioso: a sua percepção em relação ao nosso dia-a-dia. Afinal, poucas pessoas conseguem sair do círculo da rotina para perceber o verdadeiro circo em que vivemos.”

George Wilde - o homem do prefácio

George Wilde – o homem do prefácio

A campanha publicitária foi elaborada com alguns títulos bem humorados, bem ao estilo do livro.

anuncio verissimo

Anúncio que a Art&C, agência onde eu trabalhava, fez no dia do lançamento.

Anúncio que a Art&C, agência onde eu trabalhava, fez no dia do lançamento.

 

A assessoria de imprensa contou com indicações de colegas do curso de Jornalismo da UFRN. Minha primeira entrevista foi concedida a Marcílio Amorim (Jornal de Hoje) e a segunda a Hayssa Pachêco do Diário de Natal.

2004 - VV - JH1

Mas a maior responsável pela divulgação do meu primeiro lançamento não era a imprensa nem a publicidade. Quem promoveu o evento a ponto de transformá-lo em sucesso foi minha mãe, Lurdete. Quando percebeu que era sério mesmo “essa história de livro”, arregaçou as mangas e telefonou pra cada parente, cada amiga, cada conhecido, reforçando bastante a frequência de presentes na noite de Verão Veraneio. O local escolhido foi a AS Livros do Praia Shopping, uma livraria acolhedora que tinha como gerente Cícero, um cara que dava bastante espaço a autores locais. O saldo da noite foi um estrondoso sucesso (163 livros vendidos) num ambiente preenchido de amigos, parentes e colegas de trabalho. Só a partir do segundo livro, essa frequência seria reforçada por leitores.

Quanta gente veio ver!

Quanta gente veio ver!

A noite foi tão agradável que Patrício Jr., que escrevia um blog, publicou uma postagem falando de como fora legal o evento (a qual reproduzo no fim desta publicação). Foi um belo cartão de visitas, indicativo do que estaria por vir num futuro não tão distante e também das possibilidades de crescimento e expansão que o então selo editorial acabaria por aproveitar com o passar dos anos.

“Verão Veraneio – Crônicas de uma cidade ensolarada” trazia 5 capítulos. No primeiro, “Galado e outras palavras”, havia temáticas mais gerais. Entre elas, alguns textos merecem destaque como “Galado” que me notabilizou em muitos rincões da Internet e “A Loja de Inconveniência” que até hoje se mantém como um dos meus preferidos. No segundo capítulo, “Cruvinel – o bom de bola”, apresento um personagem que me acompanhou com o passar dos anos e que, mês que vem, ganhará livro próprio. No terceiro, “Mano Celo”, nascia o protagonista do meu livro mais vendido até hoje e que, ano que vem, ganhará mais uma publicação caprichada com todas as suas histórias reescritas. Em seguida, vinha “Vi e gostei” com crônicas sobre cinema. Para fechar, o capítulo mais legal do livro: “Aconteceu no verão” com as histórias pertinentes ao tal “Verão Veraneio” que dá título ao livro.

E assim foi dado o pontapé inicial para a, hoje decana, editora JOVENS ESCRIBAS. Continuem acompanhando aqui nossa história. Detalhe: o livro esgotou sua primeira tiragem em apenas 4 meses. 

NO PRÓXIMO TEXTO: LÍTIO – PATRÍCIO À FLOR DA PELE

***

BÔNUS: POST DE PATRÍCIO NO SEU BLOG PESSOAL – O PLOG

06/02/2004 

há vida inteligente
no mercado publicitário

Quem trabalha com publicidade sabe: de tempos em tempos, tem uma “festa do mercado”. Tais eventos, sempre patrocinados por veículos, fornecedores, clientes ou ambos, têm por maior finalidade embebedar todo mundo, calar a boca de quem está perscrutando que o ano foi ruim e, por residual, reunir profissionais para um bate-papo informal. Pois é, parece um paraíso, mas tais “festas do mercado” haviam se tornado um verdadeiro transtorno. Passo o dia todo numa sala falando/fazendo/refazendo/desfazendo/tentando fazer publicidade. A última coisa de que preciso é estender esta missão ao meu happy-hour. Como prova de que nem tudo está perdido, houve esta semana o lançamento do livro de Fialho, “Verão Veraneio”, que não pretendia ser uma “festa de mercado”, mas acabou sendo por reunir exatamente as mesmas carinhas de sempre. O que me surpreendeu foram os temas das conversas. Ninguém, por exemplo, me perguntou “Como é que está la’?”. Ok, tudo bem, uma pessoas me perguntou isto, mas o assunto morreu quando eu respondi “Lá onde?”. Uma pessoa a noite inteira. Nada mal. Em outras “festas de mercado”, a famigerada pergunta “Como é que está lá?” é dita antes mesmo do “Tudo bem, broder?”. Já é, praticamente, sinônimo de oi. No lançamento de “Verão Veraneio”, porém, tudo foi diferente. Fialho conseguiu a façanha de reunir as mesmas pessoas de sempre fazendo, no entanto, com que todas soassem inéditas. Não sei se foi o fato de estarmos todos na AS Livros, rodeados de Dickens e Saramago e Proust e Pessoa e Machado e Camus. Birita? Claro que teve. Buffet? Sim, impecável. Bêbados chatos? Uh, nossa, e como! Mas estava tudo agradabilíssimo, tudo soando como um lançamento deve soar. Os temas conversados iam de autores consagrados a bandas de rock obscuras, sempre com tiradas inteligentes, observações pertinentes, risos na medida certa. Um éden para amantes do bom e velho papo construtivo como eu. Nunca gostei tanto das “pessoas do mercado”. O livro, graças aos céus, vendeu bem. Fialho, coitado, deve estar cheio de bolhas nos dedos de tantas dedicatórias escritas. E eu, exemplar autografado na mão, cheio de riso a caminho do estacionamento, concluí que a melhor das “festas do mercado” que eu já fui na minha vida foi o lançamento do livro do meu bróder. Mesmo que não tenha sido uma “festa de mercado”.

 

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10 anos de JOVENS ESCRIBAS – Parte 00 – Não existem escritores jovens!

fevereiro 20, 2014

10 anos

Parece que foi semana passada. E, na verdade, foi. Semana passada, a Editora Jovens Escribas completou 10 anos de atuação. Hoje, são mais de 50 títulos lançados, muitas amizades adquiridas e algumas boas histórias pra contar. Pra começar, iniciemos do princípio.

Em fins dos anos 90, eu fazia duas faculdades de Comunicação Social. Pela manhã, fazia Jornalismo na UFRN e, à noite, Publicidade na UnP. Ainda encontrava tempo para estagiar à tarde e, nas horas vagas, para ver filmes, jogos e ler alguns livros legais. Naquele tempo, incentivado pela leitura de crônicas de Luís Fernando Veríssimo, decidi tentar escrever textos curtos e criativos, leves e bem humorados, sobre qualquer assunto, o mundo em geral e o cotidiano em particular. Passei a colaborar com o zine, AZ Revista que revelou grandes nomes da comunicação como Caio Vitoriano, George Rodrigo, Paulo Celestino e Cristiano Medeiros.

3MegaCam

Já na década seguinte, em 2001, fui passar uma temporada no Rio de Janeiro, para fazer um curso de especialização em redação publicitária. Nos primeiros tempos de Rio, eu frequentava a ESPM à noite e tinha o dia inteiro livre, pois só vim estagiar seriamente quando faltavam uns 4 meses para voltar a Natal. Dediquei-me então à leitura e à escrita de crônicas como exercício criativo.

Neste contexto, escrevi uma crônica chamada “Galado” que versava sobre este tão pitoresco termo do coloquialismo natalense. Envie o texto por e-mail para alguns amigos e, para minha surpresa, fez um estrondoso sucesso. Logo, o e-mail foi reenviado incontáveis vezes e minha autoria se perdeu pelo caminho. Senti, então, a necessidade de “registrar” meus escritos de alguma maneira. A princípio, procurei os jornais locais, mas ninguém queria publicar os textos de um estudante. Ainda mais um que tinha um palavrão por título. Tomei então uma decisão importante, que mudaria minha vida anos mais tarde: publicaria um livro com minhas crônicas.

Entre 2001 e 2003, reuni e selecionei cerca de 50 textos. Submeti-lhes à leitura sempre cuidadosa e sincera de Nei Leandro de Castro, que pediu para ler antes de aceitar (ou não) escrever a orelha. No fim do ano, o arquivo com o livro já estava sendo trabalhado pelo diretor de arte Modrack Freire. Neste meio tempo, porém, uma questão me veio à mente. Quando, em conversas informais, as pessoas sabiam que eu estava preparando um livro de minha autoria, costumavam dizer: “Que legal! Não existem escritores jovens, né?”

Os 4 SP

Comecei a pesquisar e percebi que as pessoas tinham razão. Os jovens estavam publicando em blogs, sites, fanzines e outras mídias populares na época, mas não livros. Procurei outros caras da minha idade (tinha uns 23 anos) que tivessem escritos em volume suficiente para se tornarem também livros. Dessa forma, com a ajuda da lei municipal de incentivo à cultura e de alguma empresa que pagasse bom volume de ISS, lançaríamos uma série de livros sob a égide de uma mesma marca, um selo editorial que legitimasse nossa coleção de publicações. 

O nome criado, JOVENS ESCRIBAS, remetia à junção do novo ao antigo, remetendo à infante energia cheia de vida e disposição dos jovens empreendedores da jornada e também à verve tradicionalista que não se satisfazia com as novas mídias, com os canais proporcionados pelo advento da Internet, mas que queriam sim ver suas criações impressas em papel, num formato padrão encapado, colado e costurado. O logotipo elaborado por Modrack Freire alude ao nascimento de novos escritos, pois traz um pingo de tinta como uma gota de esperma com o nome do selo editorial em seu interior.

O recrutamento dos companheiros de jornada não seria fácil. Era importante que nossa coleção de 4 livros tivesse gêneros distintos. Eu escrevia crônicas, então precisávamos de um contista, um poeta e, se possível, um romancista. O contista foi mais fácil, pois eu conhecia Thiago de Góes desde o colegial e sabia que ele andava escrevendo contos populares, influenciado pela leitura de autores brasileiros como Rubem Fonseca. Quando entrei em contato, ele me falou sobre um projeto que estava trabalhando que era a confecção de contos baseados em canções bregas. Gostei da ideia.

2012_05_22 Jovens Escribas Sinhá Casa da Ribeira Noite-55

O poeta e o romancista surgiram por indicação. Um amigo publicitário, Renato Quaresma me disse certa vez que um colega chamado Daniel Minchoni andava declamando poesias de sua autoria pelos calçadões de Ponta Negra. Procurei Mincha para falar do selo e perguntar se ele tinha interesse em publicar.

Por fim, Modrack me apresentou a Patrício Jr., um grande amigo seu que tinha acabado de escrever um romance que se chamaria “Lítio”.

Nos encontramos Daniel, Patrício e eu (Thiago mora em Fortaleza e quase nunca estava em nossas reuniões) e topamos construir o projeto juntos. No início, achávamos que publicaríamos aqueles livros de estreia e pararíamos por aí. Ou que até continuaríamos, mas com os livros seguintes lançados por outras editoras, grandes, do sudeste. Não tínhamos ideia de como este universo editorial do eixo Rio-SãoPaulo era fechado a poucos. Nem percebíamos que tínhamos acabado de conceber uma ideia muito mais forte e duradoura do que um simples e passageiro selo editorial. O simples fato de termos decidido fazer algo coletivo, juntando vários autores em torno de um objetivo em comum daria à Jovens Escribas uma força extra que se tornou o segredo de boa parte do nosso sucesso.

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Por essas falhas de avaliação iniciais, pode-se perceber o quanto éramos, de fato, jovens e ingênuos. Com isso, é possível compreender inclusive o nome de batismo do então selo editorial, que não levava em consideração que envelheceríamos rápido, que um dia publicaríamos autores já bem entrados nos enta e que nossa marca duraria bem mais do que uma embrionária coleção de 4 livros.

NO PRÓXIMO TEXTO: VERÃO VERANEIO  

Ação Potiguar de Incentivo à Leitura – Programação

outubro 6, 2011

Amigas e amigos, é com muita satisfação que anunciamos a todos vocês a realização de um antigo desejo dos Jovens Escribas. Neste mês de outubro, com a ajuda de alguns parceiros e patrocinadores, realizaremos a AÇÃO POTIGUAR DE INCENTIVO À LEITURA, evento que levará escritores a escolas, encontrar com estudantes universitários e o público em geral.

 

# ABERTURA OFICIAL – QUARTA-FEIRA – 19.10.2011 – 19h – ASSEMBLEIA LEGISLATIVA – ABERTO AO PÚBLICO 

No dia 19 de outubro, uma quarta-feira, os escritores Nei Leandro de Castro (RN) e Mario Prata (SC) estarão no Auditório Robinson Faria da Assembleia Legislativa falando sobre o prazer da leitura, seus livros, suas carreiras e fazendo o que sabem melhor: contando boas histórias. O evento é GRATUITO e ABERTO AO PÚBLICO.

 

# QUINTA-FEIRA – 20.10.2011 – 18h30 – SICILIANO DO MIDWAY – ABERTO AO PÚBLICO

Na quinta-feira, 20 de outubro, duas animadas mesas de bate-papo falam de narrativas contemporâneas brasileiras. Pablo Capistrano (RN), Patrício Jr.(RN) e Sérgio Fantini (MG), depois Joca Reinners Terron (MT) e Rafael Coutinho (SP) recebem leitores, conversam com o público, assinam seus livros em debates sobre leitura e literatura.

 

# SEXTA-FEIRA – 21.10.2011 – 18h30 – SICILIANO DO MIDWAY – ABERTO AO PÚBLICO

Na sexta-feira, 21 de outubro, às 18h30, Clotilde Tavares, Cláudia Magalhães e Ana Célia Cavalcanti conversam sobre seus livros lançados em 2011. Em seguida, será lançado o livro “Paraíso Perdido” de Cláudia Magalhães.

 

# ENCONTROS COM ESTUDANTES

De segunda à sexta (17 a 21 de outubro), nos períodos da tarde e da manhã, os autores visitarão as escolas estaduais Anísio Texeira e Castro Alves, a Escola Municipal 4º Centenário e o colégio CEI Romualdo Galvão. Também haverá palestras com Nei Leandro no curso de Letras da UnP e de Pablo Capistrano para funcionários da ALE Combustíveis.

# LANÇAMENTOS

Durante o evento, serão lançadas duas publicações de nossa editora. Na quinta-feira à tarde, Nei Leandro de Castro e Mario Prata estarão na Siciliano do Midway, assinando seus livros para leitores. Na sexta-feira, 21, o livro “Paraíso Perdido” de Cláudia Magalhães será lançado na mesma Siciliano do Midway Mall a partir das 18h30. Já no sábado, 22, às 16h, Leonardo Panço (RJ) conta a história do movimento underground carioca dos anos 1990 com o seu “Esporro”.

 

# OFICINA COM O ESCRITOR SÉRGIO FANTINI (MG)

De quarta a sexta-feira, (19 a 21 de outubro) será realizada uma oficina de leitura com o autor mineiro Sérgio Fantini. Com 40 vagas para estudantes universitários. A atividade também é GRATUITA e será realizada na UnP da Floriano Peixoto sempre das 15 às 17h. Os alunos receberão certificados e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail jovensescribas@gmail.com . Basta enviarem o nome completo, celular para contato, e-mail pessoal, instituição onde estuda, curso e período.

 

# FESTA DE ENCERRAMENTO

No dia 22 de outubro, sábado, a partir das 16h, no Centro Cultural Dosol, Ribeira, será realizada a festa de encerramento da AÇÃO POTIGUAR DE INCENTIVO À LEITURA com o lançamento de Leonardo Panço e muita música.

 

# LIVRO PARA VOAR

Na noite de abertura na Assembleia Legislativa, bem como nos encontros com estudantes e na festa de encerramento no Dosol, a ALE levará suas estantes do projeto Livro para Voar, transformando estes locais em pontos de libertação e recolhimento de livros. Para saber mais sobre o projeto, acesse www.livroparavoar.com.br

 

# REDES SOCIAIS

As redes sociais serão uma grande plataforma de divulgação do evento, bem como de distribuição de brindes e promoções especiais. Sigam o perfil @jovens_escribas no Twitter e curtam a fanpage /jovensescribas no Facebook. Também sigam os perfis de nossos patrocinadores. A Cabo Telecom, ALE Combustíveis, CEI Romualdo Galvão e Assembleia Legislativa estarão cheias de novidades bacanas relacionadas ao evento.

 

# PÚBLICO

Nos 6 dias de evento, a AÇÃO POTIGUAR DE INCENTIVO À LEITURA deverá atingir um público de mais de 3.000 pessoas, na sua grande maioria estudantes, mas também qualquer pessoa interessada em leitura e em ter um contato mais próximo com alguns dos melhores autores atuais.

Ação Potiguar de Incentivo à Leitura – uma inciativa dos Jovens Escribas

setembro 22, 2011

Lançamento de “Do Fundo do poço se vê a lua” – Mais Imagens

abril 11, 2011

Hoje postarei mais algumas imagens da passagem de Joca Reiners Terron por Natal, especialmente seu lançamento no Gringo’s.

Pablo folheia o recém adquirido exemplar autografado pelo autor.

Com o jornalista Yuri Borges do Diário de Natal

Patrício Jr com dores na lombar e Márcio Nazianzeno com dor no braço direito, mas com Lucílio está tudo bem.

Joca autografa um exemplar do lendário "Hotel Hell' para os meninos da Revista Catorze.

Aliás, por falar nos caras da Catorze, eles fizeram uma matéria bem legal sobre o autor.

Confiram:

http://revistacatorze.com.br/2011/a-literatura-que-absorve 

Duas das maiores autoridades literárias da Praia de Pipa

Samuca e Márcio Wilhelm

Nina e eu, cicerones do escriba ilustre.

Márcios

P&B

E vejam também um comercial dos documentários “Amores Expressos” que registrou as aventuras de 16 autores pelo mundo a fim de escrever histórias de amor. Entre os autores, está Joca Terron, pois foi este projeto que resultou no livro “Do fundo do poço se vê a lua”.  Cliquem abaixo para assistirem:

Ainda esta semana, registraremos no blogue dos Jovens Escribas, que fica lá na nossa loja virtual (www.jovensescribas.com.br), alguns momentos do lançamento do livro “Pés no Caminho, Campo de Estrelas”. Divulgarei.

Lançamento de “Do Fundo do poço se vê a lua” – Imagens

abril 1, 2011

Pablo explica: "Naqueles tempos coloniais, eram os nativos potiguares, canibais sem enfado ou pudor, que comiam os europeus que aportavam aqui. Hoje, a história meio que mudou."

 

"E foi precisamente nesta igreja, na gloriosa data de 18 de dezembro de 2010 que o fidalgo Carlos Fialho se casou. Depois disso, ela entrou pra história da cidade."

No último dia 21 de março, esteve em Natal o escritor Joca Reiners Terron, para lançar a convite dos Jovens Escribas, seu mais recente livro, o romance “Do fundo do poço se vê a lua”. Na ocasião, ele também deu seu depoimento para um vídeo que estamos produzindo com os caras do @ladoerre sobre os JEs, proferiu palestras para estudantes da escola estadual Anísio Texeira e para os alunos do curso de Letras da UnP, teve uma aula de campo sobre a história de Natal com Pablo Capistrano, lançou o livro no Gringo’s Bar, em Ponta Negra, e se foi.

Abaixo, seguem imagens que registram a passagem do autor na terrinha:

"Tenho aqui ao meu lado, uma das maiores nulidades..., opa, quero dizer: uma das maiores sumidades dos Jovens Escribas."

 

"Muito obrigado, Joca. E tenha a certeza: muito em breve, estarei igual a você." "Como assim? Consagrado?" "Não. Careca."

 

Professora Célia Barbosa, coordenadora do curso de Letras da UnP.

Professora Conceição Flores, entusiasta do projeto "Jovens Escribas Convidam".

 

Professoras do Curso de Letras prestigiam o bate-papo.

 

Alunos do Anísio Texeira lotam o auditório para ouvir o autor falar sobre o prazer da leitura.

 

Os jovens ficaram felizes com o papo, satisfeitos com as ótimas histórias de Joca e impressionados com sua barba tão vistosa.

 

A turma do Cais da Leitura com atenção total na dupla de feiosos testudos lá na frente.

 

Na segunda palestra, o público era de alunos de Letras e público em geral.

 

Na plateia, gente ilustre como o Dr. Elmano que bateu um papo com o autor.

 

Mais uma palestra com casa cheia.

 

"E aí, galera? Quem se anima a ir no Gringo's logo mais?"

"Olá, Joca. Sou o Wesley, sócio do Gringo's." "Beleza. Então converte o valor deste exemplar em Heinekens. Pode ser?"

Esta foto, vocês devem ter percebido, é só pra mostrar as camisetas mesmo.

Clima descontraído para o autor e os leitores se sentirem mais à vontade.

Os eventos no Gringo's são sempre cheios de gente bacana.

 

Os ilustríssimos Mário Ivo, Flávia Assaf e Adriano de Sousa.

 

Liane e Nina e o Papai Noel Psicopata

Carol Carvalho e Diana Petta, gatations.

Pablo Capistrano e Joca Reiners Terron. Uma foto para a posteridade.

"Literatura é massa pra encher a cabeça de ideias, jovens!" Caio Vitoriano

 

"Um brinde e voltem sempre a este blogue, pois o Fialho me disse que vai atualizar com mais fotos daqui a alguns dias."

Loja Virtual dos Jovens Escribas – Anúncio 01

março 15, 2011

Esta semana botamos no ar a Loja Virtual dos Jovens Escribas. Uma meta antiga nossa que Patrício Jr., juntamente com o amigo e webdesigner, Marlos Apyus, finalmente realizou. E para celebrar, divulgo aqui e agora, o primeiro anúncio criado para a divulgação do endereço. Vamos enviar por e-mail nos próximos dias. E quem quiser comemorar com a gente, apareça na próxima segunda lá no Gringo’s para participar do lançamento de Joca Reiners Terrón.

Ah, o endereço da loja é: www.jovensescribas.com.br

Passem lá!

Informativo JEs – Janeiro de 2011 – Lembram daqueles Jovens Escribas?

janeiro 14, 2011

 

# UM 2011 CHEIO DE REALIZAÇÕES

Pra começar, um feliz ano novo pra todo mundo. E antes que você argumente que o ano já não é tão novo assim, afirmamos que não faz a menor diferença. Afinal, nós também já não somos tão jovens assim e nos autodenominamos Jovens Escribas. Não é verdade? Então, feliz 2011 pra todos vocês.

 # JOVENS ESCRIBAS

 

Para começar, vamos voltar a publicar ficção. E em altíssimo estilo. Logo depois do carnaval o escritor Pablo Capistrano estreia pela editora com o livro “É preciso ter sorte quando se está em guerra.” Uma honra para nós e um belíssimo cartão de visitas para começar bem os trabalhos.

 

Por falar no livro de Pablo, estamos vendendo camisas dos Jovens Escribas para cobrir as despesas gráficas. O primeiro modelo (o branco) foi um sucesso de vendas. Restam apenas 3 unidades nos tamanhos P (Feminino) M (Feminino) e M (masculino).

 

E já está a venda também o novo modelo (verde) nos modelos feminino e masculino e em todos os tamanhos pela pechincha de R$ 35.

 

Comprando nossas camisetas vocês estarão ajudando este escritor a lançar seu novo livro.

Pablo Capistrano

 

# BONS COSTUMES

 

 Junto ao livro de Pablo Capistrano também publicaremos “Pés no caminho, campo de estrelas – O caminho de Santiago pela Galícia”.  Esta obra da professora Ana Célia Cavalcanti resultou num relato leve, divertido e muito útil a todos aqueles que pretendem percorrer o tradicional Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. Será o segundo lançamento do nosso selo de não-ficção, o “Bons Costumes” e devido à abrangência do assunto ganhará distribuição inclusive em outros Estados.

 

 # DISTRIBUIDORA DAGOTA

 

Este ano também estamos resolvendo um problema histórico que aflige as editoras independentes há vários anos: a (falta) de distribuição. Para isso nasce a Distribuidora Dagota que levará os livros dos Jovens Escribas, Bons Costumes, Flor do Sal, Sebo Vermelho e Não Editora (RS) para os Estados da Paraíba, Pernambuco e Ceará. Também iniciamos as vendas dos livros em bancas de revistas e no decorrer do ano, diversificaremos mais ainda os pontos de venda para chegarmos a um público mais amplo.

 

 # ESCRIBAS DE BOLSO

 

Também serão lançados até maio as primeiras edições de bolso dos Jovens Escribas. É a coleção Escribas de Bolso que vai oferecer ótimos livros a preços mais acessíveis.

 

# EM BREVE MAIS NOVIDADES.

Estas são as notícias que temos para começar o ano. Mês que vem voltaremos com mais. Um feliz ano não tão novo assim. São os votos dos já não tão Jovens Escribas.

A editora que a Burrocracia não deixa ser.

outubro 20, 2010

Essa postagem poderia ser o registro de um momento histórico.

Mas não é.

Tudo porque vivemos num país cheio de regras e obstáculos para dificultar ao máximo aqueles que querem construir algo, produzir, trabalhar, montar uma empresa.

Nossa epopeia começou quando decidimos transformar o nosso singelo selo literário, o famigerado “Jovens Escribas”, em editora registrada na Biblioteca Nacional e empresa constituída junto aos órgãos competentes.

"Vamos abrir uma editora?" "Hômi! Dá pra tomar uma Kaiser antes?"

Fizemos tudo conforme as normas e leis vigentes. Contratamos uma contadora, reunimos os documentos necessários, elaboramos um contrato, assinamos e pagamos as taxas exigidas.

Demos entrada na junta e, por causa de um erro de digitação em um dos 237 documentos que havíamos providenciado (saiu um R intruso e acabamos grafando “Jovens EscribRas”), voltou tudo e exigiram que imprimíssemos novamente as 4 cópias e assinássemos.

Se a gente deixasse o nome da editora com um errinho de digitação, vocês acham que pegaria mal?

Lá fui eu imprimir a porra toda, ir atrás de Patrício e Minchoni para que eles assinassem. Dessa vez quisemos registrar o momento, uma vez que estávamos dando um passo muito importante para a trajetória desse nosso selo literário que tantas alegrias e amizades tem nos trazido de 2004 pra cá. As fotos da solenidade de assinatura do contrato são essas que seguem: 

"Minha outra caneta é uma Mont Blanc."

 

"A gente pode continuar se chamando Jovens Escribas depois dos 30?"

 

"Vou escrever uma posia marginal aqui nas margens deste contrato."

 

Depois de assinada a papelada, apresentamos os documentos novamente e pronto. Já podíamos tirar uma fotografia comemorativa.

O mais revoltante de tudo é que vestimos nossas melhores roupas para esta importantíssima ocasião.

 

Agora, era só esperar. Certo?

Errado.

Os órgãos competentes encontraram uma irregularidade na sala que havíamos arranjado e mobiliado a duras penas para ser a nossa sede.Um probleminha no “sequencial do imóvel” que é um número que consta no carnê do IPTU.

Além de ter que refazer o contrato, alterar as informações dos papéis, ainda tivemos que buscar uma outra sala que possa servir de sede para esta nossa nascente editora.

Encontramos um lugar que, talvez, quem sabe, esperemos, poderá servir. Nossa brava e incansável contadora, Josy, está averiguando junto aos órgãos competentes (sim, sim, é com ironia mesmo que tenho escrito isso desde o início do texto.) se o novo imóvel poderá abrigar nossos projetos editoriais.

Enquanto a resposta não chega, o novo livro de Pablo Capistrano aguarda e a série Escribas de Bolso também. Além de várias outras iniciativas que vamos viabilizar com a nossa editora constituída.

Em todo caso, publico aqui no blogue os momentos felizes (apesar de breves) em que pensamos ter finalmente legalizado nossa editora.

Não deu.

Os órgãos preferiram que nós continuemos na informalidade em vez de pagando impostos pelos produtos e serviços que já poderíamos estar oferecendo.

Espero que as fotos sirvam de bons presságios para que, muito em breve, eu noticie aqui a realização desta nossa antiga aspiração.

Torçam aí.

Guia de Navegação – Nos Blogues dos Caras ESPECIAL

novembro 3, 2009

A internet com todo esse espírito democrático acaba se tornando um pouco terra de ninguém, não é mesmo? É como aquela canção dos Tribalistas: “não sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo me tem”. Uma coisa meio “cu de bêbado não tem dono”, concordam? Mas, para colocar ordem na bagunça, resolvi escrever este post. São dicas da hora pra você só navegar com segurança, por sítios e blogues com selo de qualidade aferido pelos leitores e atestado pelos autores dos mesmos. Gente do gabarito de Tácito Costa, Pablo Capistrano, Caio Vitoriano, Moacy Cirne e por aí vai. A lista é longa. Então, sejam prudentes a partir de agora ao manejar o timão nas traiçoeiras marés vituais. Utilizem esta carta náutica, boas viagens e ótimos acessos!

1 – Querido Bunker – http://queridobunker.wordpress.com/

Tenho repetido sempre pra vocês que Márcio Nazianzeno é uma das minhas maiores influências literárias. Não só por gostar do que o jovem escreve, mas também por que sua fértil imaginação sempre me dá novas ideias para contos e crônicas em conversas despretensiosas em mesas de bares ou de cafés. Márcio também é afeito a leituras exóticas, estranhas e alternativas e, em razão disso, vez por outra indica um livro qualquer, de um autor novo, pouco conhecido no Brasil, e quando me ponho a ler, TOME A SIPUADA! Cousa boua! Da melhor qualidade. Conheci muitos autores incríveis assim nos últimos 5 anos: por indicação de Márcio. Por isso, recomendo o seu blogue, para que vocês possam também travar conhecimento com as dicas essenciais deste garoto de vasta cultura e glândulas sudoríparas proeminentes nas palmas das mãos.

 

2 – Caio Vitoriano – www.flickr.com/photos/caiovitoriano/

Um dos melhores (senão o melhor) artistas gráficos do RN. Caio Vitoriano é o talento herdado no DNA. Filho do artista plástico Vicente Vitoriano, Caio trabalha como diretor de arte numa agência de propaganda. Nas horas vagas, produz cartazes para clientes como o Centro Cultural Dosol, Galpão 29, e-sessions e Sgt Peppers. Também faz encartes para CDs, direção de arte de revistas e muito mais. O seu trabalho encantador pode ser visuzlizado nesta página/portfólio. Confiram e segurem o queixo!

 

3 – Chico Guedes – http://hungaromania.wordpress.com/

Numa tarde de sábado da Limbo, antiga/moderna livraria de Petrópolis, conheci o professor de línguas Chico Guedes. Naquela semana, havia falecido o jogador húngaro Puskas e Guedes era apaixonado pela Hungria, havia morado lá vários anos e se tornara tradutor de húngaro. Inclusive, iniciava uma pesquisa a respeito de jovens escritores magiares para poder traduzi-los ao português. Daí a uma possível publicação da ideia maluca de Chico pelos Jovens Escribas foi um pulo. Hoje, algum tempo depois, a coisa começa a virar realidade. Chico finaliza as últimas traduções, o livro vai para revisão de português muito em breve e, em seguida, receberá uma direção de arte caprichada. Ano que vem (a previsão inicial é abril) sai a obra organizada por ele dentro do projeto JE 2010. Aqui neste endereço vocês podem saciar um pouco a curiosidade sobre as literaturas húngaras pesquisadas por Chico.

 

 4 – Patrício Jr – www.pariciojr.com.br

 O portal de Patrício Jr. tem um pouco de tudo. Crônicas, podcasts, textos de colaboradores, novidades culturais, agendas. Vale a pena passar por lá de vez em quando e confererir seu conteúdo.

 

 5 – Internetcidade – http://internetcidade.wordpress.com

 Paulo Celestino é um dos jornalistas mais atuantes que já passou pelos corredores do setor V da UFRN. Um dos criadores do histórico fanzine “AZ Revista”, vive há muitos anos em São Paulo onde ensina comunicação numa faculdade paulista e trabalha numa empresa de assessoria de imprensa. Quando lhe sobra tempo, realiza entrevistas para o seu blogue, com atualizações mensais. Nas postagens, faz uma relação dos seus entrevistados com as suas cidades, os lugares onde vivem. Entre os já consultados por Paulo estão o carioca Marcelo Moutinho e os potiguares Nei Leandro de Castro, Emanuelle Albuquerque e Pablo Capistrano.

 

 6 – RevistaCatorze – www.revistacatorze.com.br

 Tudo o que eu poderia dizer sobre a revista Catorze já o fiz em formato de crônica da série “Realizadores”. É uma revista virtual que põe em prática jornalismo cultural de qualidade, como a gente pena pra ver nos jornais locais. Com imaginação e criatividade, os garotos e garotas vão produzindo entrevistas, matérias, resenhas, coberturas de eventos (MADA, Flipipa, Feira do Livro do Seridó) e as ótimas reportagens em quadrinhos que muito lembram os livros do Joe Sacco. Vale a pena passar por lá sempre!

 

7 – Fabrício Cavalcante – http://fabriciocavalcante.blogspot.com/

 Um manipulador de imagens para a publicidade. A qualidade do trabalho de Fabrício é impressionante. Tanto que apenas agências em Natal que realmente prezam pela qualidade como Comitê Criativo e Art&C recorrem aos seus préstimos. A maioria dos clientes do profissional está fora do território potiguar como em Recife, Rio de Janeiro e até fora do Brasil.

 

 8 – Antonio Prata – http://blog.estadao.com.br/blog/antonioprata/

 Um dos melhores cronistas do Brasil na atualidade. Seus textos são divertidíssimos, hilários, de morrer de rir. Para espairecer, não há nada melhor que acessar sua página. Mas cuidao para não ficarem viciados.

 

 9 – Dosol – www.dosol.com.br

 O coronel ânderson Foca comanda com rigor militar as ações do complexo Dosol. É um centro cultural, estúdio de gravação, selo/gravadora, rock bar, festival de rock, portal de internet e muito mais. No endereço acima, vocês poderão conhecer novidades do cenário rock, ouvir e conhecer novas bandas do Brasil e do mundo. Tem a TV Dosol com vídeos, entrevistas, conteúdo. O portal conta ainda com a colaboração de vários jornalistas dos 4 cantos do país. É O ROCK!

 

10 – Substantivo Plural – www.substantivoplural.com.br

Um fórum de discussão permanente sobre a cultura e intelectualidade potiguar, sempre aberto a novas contribuições. Quer saber o que as cabeças pensantes da terrinha opinam? Passa no Substantivo do Tácito. Todo dia tem muitas novidades. Atualização constante a todos os momentos.

 

11 – Moacy Cirne – http://balaiovermelho.blogspot.com/

Moacy Cirne é escritor, dramaturgo, poeta, zineiro, especialista em cinema, especialista em quadrinhos, professor universitário, respeitado em todo o Brasil, autoridade em vários assuntos. Deste blogueiro, conta com respeito e admiração. Um dos pioneiros na internet, quando migrou seu Balaio Porreta do impresso para os e-mails e depois para o blogspot, Moacy sempre se mostrou a frente do seu tempo. Mas como dizia Campos de Carvalho: “Não sou eu que ando fora de tempo. É o tempo.”

 

12 – Kripterion – http://www.kriterion.zlg.br/

No blogue do Jairo Lima não tem papo furado. A regra é bem simples: acesse e esteja pronto para boas leituras!

 

13 – Pablo Capistrano – www.pablocapistrano.com.br ou http://colunas.digi.com.br/author/pablo/

No post anterior eu já defini Pablo como uma das mentes mais brilhantes que atuam no cenário intelectual natalense. Esses dois endereços acima servem para que o internauta possa ler suas crônicas. O primeiro é de sua página pessoal onde há informações completas sobre os livros do autor, muitas crônicas armazenadas e dados diversos. A segunda é da sua coluna na Diginet, com textos atualizados semanalmente (ou quase) a respeito de temas que misturam erudição com cultura pop, filosofia com cotidiano, alta literatura com o nosso dia-a-dia. Aproveitem!

 

14 – Lívio Oliveira – http://oteoremadafeira.blogspot.com/

Um blogue com as impressões sobre cultura do grande entusiasta e poeta Lívio Oliveira.

 

15 – Lado R – http://ladorsemcolchetes.blogspot.com/

Ao lado dos garotos da “Revista Catorze” e do blogue “O Inimigo”, o coletivo “Lado R” manda ver na cobertura cultural, divulgando o que de melhor se produz no rock, no cinema, e na contracultura de uma forma geral. Eles mantém o blogue acima e o zine impresso “ERRADO” que será distribuído nas duas noites do Festival Dosol 2009.

 

16 – Cleyciany – http://cleycianne.blogspot.com/

Henrique Neto deu a dica e eu fiquei estupefacto. Trata-se do melhor blogue sobre religião que já acessei. Talvez seja a coisa mais linda que li na internet desde a crônica emocionada que Crístian de Saboia escreveu quando sua poodle Maria do Socorro perdeu a virgindade. Acessem e digam amém!

 

17 – Minus Garfield – http://garfieldminusgarfield.net/

Um dos blogues mais geniais da internet mundial nasceu de uma ideia simples. “E se tirássemos Garfield das tirinhas do Garfield?” O resultado são situações inusitadas, aborrecidas e engraçadíssimas em que o dono do gato, John convive com a solidão, a depressão e um vazio existencial insuportável. Sensacional!

 

18 – Malvados – www.malvados.com.br

Sou fã entusiasmado do trabalho de André Dahmer. A mente criativa, diabólica e maravilhosa deste sequelado cartunista já me fez rir muitas vezes. Que sua mente continue fértil e nos trazendo tirinhas insanas e axiomas subversivos. Afinal, somos todos malvados!

 

19 – Daniel Sour – http://www.disfuntorerectil.blogspot.com/

O escritor, desenhista, músico e filósofo mossoroense Daniel Sour é um dos autores que (um dia) vamos lançar pela editora Jovens Escribas. Um pouco do seu trabalho, escritos, ilustrações e humor non-sense podem ser vistos neste blogue pessoal cheio de boas referências.

 

20 – O Inimigo – http://www.oinimigo.com/blog/

Com a indicação do sítio de “O INIMIGO”, página cultural dos jornalistas Hugo Morais e Alexis Peixoto fecho a lista da santíssima trindade de cultura jovem natalense. São eles: “Revista Catorze”, “Lado R” e “O Inimigo”.

 

Aproveito para fechar também a lista e espero que essa lista seja útil para que você navegue com segurança, bom conteúdo, informação de qualidade e, claro, diversão garantida.

Cega Natureza e Fortaleza dos Vencidos

agosto 6, 2009

“A Cega Natureza do Amor”

Capa Cega Natureza FECHADA

É um livro de contos cujas relações amorosas estão no centro das atenções. Por vezes de forma intensa e verborrágica, outras vezes descrevendo e buscando sentido nos sentimentos por meio de lembranças (belas ou amargas), os contos caminham sempre para finais surpreendentes, impactantes ou que simplesmente fogem aos padrões de comportamento dito normais. Certa vez, em conversa informal, Patrício me disse que que nunca começa a escrever uma história se não souber exatamente como ela vai terminar por medo de não conseguir chegar a um fim satisfatório e suficientemente bom, segundo o rigoroso padrão de qualidade auto-imposto por ele. Em “A Cega Natureza do Amor” é possível perceber o quanto o autor leva a sério bons desfechos de suas tramas, uma vez que são muitíssimo bem elaborados.

 

“A Fortaleza dos Vencidos”

Nei Leandro de Castro clicado por Giovanni Sérgio

Nei Leandro de Castro clicado por Giovanni Sérgio

O que dizer deste novo romance de Nei Leandro? Por onde começar a comentar?

A sinopse da história é bem simples: um homem, cuja vida é contada desde a infância, faz algumas escolhas erradas que acabam por influir decisivamente em sue futuro. A pior dessas mancadas foi ter se casado com uma louca desvairada que vem a ser sua antagonista no romance e termina por transformar sua vida num inferno.

Porém, quando se trata de um livro de Nei Leandro de Castro, o enredo, por mais bem escrito que seja (e é exatamente esse o caso), é apenas um excelente detalhe frente ao delicioso estilo do autor. As peripécias sexuais dos personagens, os xingamentos proferidos uns contra os outros, os relatos originais contados por alguns figurantes são maravilhosos. A veia humorística do romancista leva um forte tempero seridoense, resultando numa história criativa, divertidíssima e impiedosamente sacana. Eu, por exemplo, não sabia que havia tantos sinônimos para pênis, vagina ou trepada. Como bom caicoense, Nei Leandro é um ótimo contador de histórias.

Cega Natureza do Amor 3 – Vídeo de divulgação

julho 13, 2009

A Cega Natureza do Amor 2 – Entrevista ao blogue Catorze

julho 10, 2009

Fábio Farias é um jovem jornalista promissor, talenstoso, esperto, interessado e apaixonado pelo jornalismo cultural. Ganhou um prêmio nacional como estudante, promovido pelo Instituto Itaú Cultural. Gosto de elogiá-lo e divulgar o seu trabalho, pois torço bastante para que ele cresça na profissão. Comparo o seu estilo ao de Sérgio Vilar do Diário de Natal, pois vejo em ambos um texto seguro, consistente de quem entende do que está falando e procura se informar bastante antes de uma entrevista ou matéria. Paradoxalmente, Fábio ainda não encontrou seu espaço nos jornais locais. Não há de ser nada. Um dia o sol brilhará para ele. Enquanto isso, vamos ler a entrevista que ele fez com Patrício em seu blogue. E, a partir de hoje, divulgo o blogue Catorze na seleta lista ali do lado.

http://catorzeblog.wordpress.com

Por Fábio Farias

É inegável a influência positiva que a internet causou em todos os setores da cultura. Anarquista por natureza, a grande rede beneficiou iniciativas independentes e conseguiu fazer com que boas idéias rodassem o nosso país continental e conseguisse se manter ao atrair para si um novo público. Uma dessas iniciativas é o selo editorial natalense Jovens Escribas lançado em 2004 por autores potiguares ansiosos por algo de novo na literatura local.

Com romances, poesias e livros de crônicas, a pequena editora cresceu rapidamente em prestígio e chegou, no ano passado,  a publicar em sua tímida coleção a obra do maior escritor potiguar vivo. Nei Leandro de Castro re-lançou seu Dia das Moscas pelo selo e provou a força que os Jovens Escribas tem, mesmo com sua pouca idade.

A idéia serve para movimentar o, ainda tímido, mercado editorial potiguar – marcado por escritores mais velhos que vivem sob as sombras de um passado literário que a internet sepultou. Os Jovens Escribas, tanto na atualidade, quanto no selo em si, demonstra uma espécie de frescor na literatura norte riograndense e mostra que há espaço para novos escritores.

A editora lançou este ano a coletânea de crônicas do publicitário Carlos Fialho, Mano Celo, depois de uma publicidade feita por meio de listas de discussão, emails e Orkut e com uma proposta de marketing inteligente: nos banners de divulgação, Fialho caprichosamente colocou a opinião de leitores que não gostam do que ele escreve. A negação da sua literatura acabou tendo um efeito devastador: Fialho hoje é o autor potiguar que mais vendeu em uma noite de autógrafos na Livraria Siciliano da cidade. Foram mais de 300 Manos Celos vendidos em uma única noite.

O segundo lançamento do selo neste ano acontece em meio a um boom editorial potiguar. Patrício Júnior lança o seu “A Cega Natureza do Amor” depois de Cefas de Carvalho, Nei Leandro de Castro, Cassiano Arruda, Rubens Lemos Filho e outra penca de escritores que lançaram livros entre maio e junho deste ano. O diferencial de Patrício está no frescor das suas idéias: com 30 anos, ele é o mais novo de todos e na sua publicidade: vídeos no youtube, spots de rádio, emails com pôsteres muito bem trabalhados e o twitter. Tudo isso para gerar expectativa sobre o seu segundo livro que será lançado no próximo dia 16 de julho na Siciliano do shopping Midway Mall.

Entrevista

tratadaPB cópia

Começar pelo óbvio. “A Cega Natureza do Amor” é o seu segundo livro, sobre o que ele fala?

É uma compilação de 13 contos que já vinha escrevendo desde o lançamento de “Lítio”, em 2005. Tentava me livrar do universo ficcional do meu romance, que era pesado e marcado por personagens muito fortes. Assim, todas as tentativas de escrever algo novo caíam dentro daquele mesmo universo. Soavam repetitivas. Foi quando decidi partir para temas diametralmente opostos aos de “Lítio”. Acabei esbarrando no amor. Inicialmente, estava escrevendo contos apenas por escrever, não pensava em fazer um livro desse material. Mas com o tempo, percebi uma unidade entre eles e a necessidade de publicar acabou surgindo.

Quais as suas influências para escrevê-lo?

Quando falo de influências literárias, falo sempre em Clarice Lispector, Caio Fernando Abreu e Albert Camus. É praticamente a santíssima trindade da minha literatura. São autores que admiro bastante e consumo com freqüência. Mas as influências vêm de diversos lugares. Este livro tem muito da minha vida, do que senti, do que sofri, do que sorri. Tem muita coisa inspirada na vida real – tanto na minha como na dos outros. O período que passei na Espanha também foi crucial para burilar esses contos: a distância do país me deu uma visão mais ampla dos meus sentimentos, daquelas histórias que estava escrevendo.

Qual foi o maior desafio, foi mais difícil do que escrever Lítio?

De jeito nenhum! Costumo dizer que nunca mais escreverei um livro como “Lítio”. É um romance-desabafo, que dá a sensação de ter sido escrito de um fôlego só, mas que me tomou dois anos de trabalho ininterrupto. Trabalho intelectual e braçal. Com “A Cega Natureza do Amor” foi bem diferente. Fui escrevendo os contos sem compromisso, sem nem saber se daquilo sairia um livro. Alguns ficaram guardados por meses para serem retomados depois. Outros foram burilados com paciência, a conta-gotas, sem pressa. Queria ter lançado este livro ano passado, mas não sentia que ele estava pronto. Guardei, então. No fim, tenho um livro que me transmite uma boa sensação, uma calma que geralmente não sinto com o que escrevo. O maior desafio dele foi exatamente falar dos meus sentimentos sem me expor desnecessariamente. Há muito de mim nesse livro. Partes que não pensei que um dia compartilharia. É um desafio em tanto se entregar assim.

Os escritores geralmente tem um livro que preferem. Dos seus dois filhos, qual é o seu preferido?

Ainda sou inexperiente demais para fazer esse tipo de análise, sabe? No momento, prefiro “A Cega Natureza do Amor”, porque é novo, tem o frescor de idéias recentes, tem fragmentos mais verdes de mim. Talvez em alguns anos, e alguns livros depois, eu possa escolher um favorito. Por hora, vou ficar sempre com o mais recente.

Lítio é um livro que choca, pela linguagem crua e pela forma que é escrito. E a Cega Natureza do Amor, se encaixa nesse mesmo parâmetro, ou está com uma linguagem mais “leve”?

Não sei se é mais leve, mas é mais elegante. “Lítio” tem aquela coisa de verborragia, de dizer tudo que vem à mente. “A Cega Natureza do Amor” é mais contido, mais econômico. Mas não pense que economizei nas provocações. Penso que esta é uma característica que manterei até quando falar de infância. Dentre os contos que selecionei, busquei os que fogem da obviedade do amor. Assim, criei personagens como um padre grávido, um travesti apaixonado, uma dona de casa que tortura o marido. Enfim, estou falando de amor. Mas não deixei de ser Patrício Jr.

Só neste mês, Nei Leandro, Cefas Carvalho lançaram livros. Se contabilizarmos os últimos meses, temos ainda Cassiano Arruda, Rubens Lemos Filho e Carlos Magno Araújo com lançamentos, além do próprio Fialho. Esse “boom” editorial em Natal é bom? Os livros tem qualidade?

Analisando de forma geral, acho excelente que se publique mais e mais e mais. O Jovens Escribas foi criado com esse intuito, de tirar da gaveta o que era considerado impublicável. Obviamente, existem coisas boas e coisas ruins. Aí parto para a análise individual. Alguns livros valem a pena ser publicados, outros merecem ser esquecidos. Mas esse julgamento só é possível numa cena efervescente, onde idéias opostas vêm à tona e se chocam. Por isso prefiro que haja dez mil lançamentos num mês do que apenas o meu. Esse enfrentamento faz com que as idéias amadureçam. E o tempo separará o joio do trigo.

Existe literatura contemporânea no Rio Grande do Norte?

Sim, existe. Mas num contexto geográfico apenas. Explico: hoje em dia, o RN está mais conectado com o resto do mundo. Temos autores jovens e autores maduros num excelente intercâmbio de idéias. E não esqueçamos dos blogs: há um universo à parte por ali. De autores que não publicam em livro, mas que fazem suas idéias circularem de maneira muito eficiente na web. Assim, literatura contemporânea potiguar é uma expressão que tem um sentido puramente denotativo: literatura feita aqui no Estado. Mas que tem características tão diversas e está intertextualizada com tantas vozes do mundo que assume o papel de literatura contemporânea. Prefiro deixar os gentilícios para as pessoas.

E os novos autores, quais são as perspectivas? Há espaço aqui em Natal?

Antes de criar o Jovens Escribas achava inviável conseguir fazer carreira de escritor aqui em Natal. Hoje em dia, recebo quase diariamente e-mails de jovens que querem publicar. Meu blog tem leitores fiéis, atentos ao que escrevo e sempre prontos a protestar se os deixo um ou dois dias na mão. Ou seja, há autores e há leitores. As portas estão abertas. O Jovens Escribas pegou uma brecha, abriu um nicho de mercado e agora estamos investindo na gestão cultural responsável para sermos auto-suficientes. Se há espaço? Há cinco anos todos me diziam que não. Hoje, jamais cometeria o erro de dizer esse tipo de sandice.

Os Jovens Escribas deram uma estagnada de um tempo para cá. Voltaram com força depois do lançamento de Fialho. Quais são os planos do futuro para a editora?

Antes, uma correção: não demos uma estagnada. Continuamos trabalhando sem parar. Depois do boom inicial, no qual lançamos 4 livros em um único semestre, diminuímos o ritmo. Não dava pra manter esse ritmo sem se transformar numa fábrica de panfletos. Mas nunca paramos de trabalhar. Participamos de eventos literários, lançamos 10 livros nos últimos cinco anos – incluindo aí “Dias das Moscas” de Nei Leandro de Castro, que é um orgulho ter em nosso acervo. “A Cega Natureza do Amor” é o 11º livro do Jovens Escribas. Com o lançamento de Fialho, tivemos um êxito sem igual: foi o record de vendas em um lançamento na Siciliano de Natal. Nossa marca conquistou prestígio. Depois do meu lançamento, vamos reestruturar algumas coisas no grupo. Já não dependemos de verba pública para lançar livros e isso é um grande passo. Para o futuro, queremos nos solidificar como um selo literário de qualidade. Particularmente, tenho duas ambições: publicar autoras e publicar quadrinhos. Com essa reestruturação, vamos ver o que é possível.

Lançamentos a nível nacional de escritores locais. Até onde isso pode deixar de ser sonho e passar a ser real?
Para ficar nos contemporâneos, Nei Leandro de Castro e Pablo Capistrano já fizeram isso. Ou seja, é factível. Claro que o mercado nacional não vai se abrir para todos os potiguares de uma vez só. Antes, eu perseguia isto como um sonho inalcançável. Agora, vejo que estas coisas envolvem muito mais aspectos práticos do que lances do destino. Não gosto do artista que reclama do mundo e se tranca no seu. Por isso, me divido entre dois mundos: sou escritor quando tenho que compor minha obra; sou gestor quando tenho que geri-la. Falo isso porque acho que o reconhecimento da cultura local parte de um pressuposto: a organização da cultura local como um nicho mercado viável. Para isso, nossos artistas têm que se profissionalizar em seu mercado. As coisas caminham bem: temos o Clowns de Shakespeare e o Centro Cultural Dosol, por exemplo, que são dois negócios culturais muito profissionais que alcançaram reconhecimento fora do Estado. Escritores locais lançando livros por grandes editoras não é um sonho inalcançável. Mas é que o mercado é assim: os mais profissionais se destacam.

A Cega Natureza do Amor 1

julho 7, 2009

Eu gostaria de convidar todos os leitores deste blogue para um evento bem legal a se realizar na próxima semana. No dia 16 de julho (quinta-feira) Patrício Jr. vai lançar o livro “A Cega Natureza do Amor” com 12 contos imperdíveis. É o 11º lançamento do selo Literário Jovens Escribas e uma ótima leitura para quem estiver de férias da universidade, quiser presentear alguém ou para quando seus neurônios exigirem exercício e entretenimento.

Além do livro ser muito bom (Eu sou suspeito, né? Se eu não gostasse do que Patrício escreve não teria encampado a criação de um selo literário com ele e mais dois comparsas.), a campanha de divulgação está muito criativa e envolvente como é praxe nos lançamentos dos Jovens Escribas.

Este é um anúncio virtual que está sendo passado por e-mail para as pessoas:

 Cega 2

 

E estes são os vídeos de expectativa criados por Patrício e produzidos pela Grito Anime dos amigos Edu Ferr e Paulo Sarkis: